BRASÍLIA-FLORIANÓPOLIS DE CARRO

 

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Prezado Abreu,
Obrigado pela boa vontade e pelo serviço de sobrevivência nas nossas estradas dado pelo seu blog. Fui repórter-pesquisador do Guia 4 Rodas nos anos 70, sei o trabalho que dá atualizar as informações – o que dignifica ainda mais o seu blog.
Vou fazer Brasília-Trancoso (BA) e encontrei aqui informação essencial para eu planejar a viagem. Muito obrigado.

Comentário postado em 19/08/2017 as 13:41 por Alceu Simões Nader

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(O espaço para comentários, dúvidas e consultas sobre esta matéria encontra-se ao final dela, após o último dos comentários).

   

         Vinte e oito anos depois, decidimos refazer a rota Brasília-Florianópolis. Ivanizes, minha esposa e navegadora há 35 anos, mergulhou nos seus mapas, guias de hotéis e outros instrumentos de trabalho para a jornada.

             Ordinariamente, a rota deveria ser pela BR050 de Brasília a Uberlândia, passando por Catalão, daí a Uberaba, Anhanguera e Régis Bittencourt até Floripa. Mas Ivanizes veio com uma proposta diferente: fazer a viagem toda em pista dupla!

            A proposta era, em vez de Brasília-Catalão-Uberlândia, acrescentarmos 112 km ao percurso, fazermos a rota Brasília-Goiânia-Uberlândia, onde a BR153 está em processo de duplicação.

             Em processo de duplicação…A via está duplicada ou não? Dúvida…Vamos perguntar aos universitários. A Polícia Rodoviária Federal em Goiânia, solícita e cortês como sempre, deu uma aula sobre o trecho. A estrada está duplicada até o trevo para Monte Alegre de Minas. Daí até Uberlândia, pista simples e em obras. O simpático agente que nos atendeu acrescentou que as pessoas têm-se dividido: alguns vão pelo trevo de Monte Alegre, outras têm usado a alternativa de,  depois de Itumbiara, pegar o trevo para Tupaciguara, e sair para Uberlândia após  Monte Alegre. O caminho é mais curto, mas a pista é simples e o trecho final (em obras) é o mesmo do outro trajeto.

            A decisão cabia a nós. Ivanizes insistia na pista dupla até o trevo de Monte Alegre, mas menor distância da rota por Tupaciguara era uma tentação.

             Radioamadorismo é a grande mãe das atuais redes sociais. E lá fomos buscar elementos que nos ajudassem a decidir. Ligamos nossa estação de rádio (PT2ERA) e imediatamente escutamos o chamado geral de PY4PY, Pacheco, de Uberlândia. Nota 10!  Pacheco, veterano das estradas, motorista de caminhão e atualmente motorista de táxi, abriu toda a sua experiência em um QSO (contato entre radioamadores) de mais de 40 minutos, descendo a detalhes microscópicos do trecho e recomendando, com ênfase, a rota pelo trevo de Monte Alegre de Minas.

             Decidimos acompanhar o PY4PY-Pacheco e adotar a rota Brasília-Goiânia (BR060)-Itumbiara-trevo de Monte Alegre (BR153)-Uberlândia (BR365)-Uberaba (BR050). Daí para a frente, Anhanguera (SP330) e Régis Bittencourt (BR116).

             Projeto definido, pé na estrada.

             Saímos da roça, nosso pedaço do Paraíso a 50 km a nordeste de Brasília, às 07h49min. Despedimo-nos dos nossos 7 gatos, dos nossos 12 cachorros, de nossas 5 vacas Jersey, de nossas amadas árvores, da passarada (sabiás, maritacas, pombas-verdadeiras, tucanos, joães-de-barro, tucanos, corujas e especialmente de um casal de garrinchinhas, que está com dois filhotes no ninho que fizeram em nossa varanda. Com um último aceno ao nosso excelente caseiro Juvan, seguimos pela BR020, duplicada até o Plano Piloto.

             Uma parada rápida em nosso apartamento da SQN 115, abastecimento no posto BR da SQN 314, Eixão, Núcleo Bandeirante e BR060, rumo a Goiânia. Pista duplicada, irrepreensível, velocidade da via 100 km p/h, sem pedágio!

             Goiânia fica para trás. Uma ponte, depois de Itumbiara, com controle de tráfego (siga-pare), não nos consumiu mais do que 5 minutos – como, aliás, havia informado o PY4PY-Pacheco.

            Do trevo para Monte Alegre de Minas até Uberlândia, pista simples, em processo de duplicação, sem sinalização, sem postos de combustíveis, mas administrável. Velocidade de 80 km/h. Sem problemas. Após o trevo com a rodovia que vem de Tupaciguara, nos últimos 20 km até Uberlândia, CUIDADO! Obras, obras, obras. Velocidade máxima de 60 km/h. Não tente ultrapassar ninguém.

            Reabastecemos no posto da Rede Décio, à direita da pista, entre o trevo e Uberlândia. Ficamos impressionados com a qualidade e a estrutura dos postos dessa Rede, especialmente a limpeza quase imaculada dos banheiros e os acessórios de higiente disponibilizados aos usuários.  

             Em Uberlândia, com atenção à sinalização, chegamos sem problemas à saída para Uberaba (o mesmo não acontece na volta – o trevo que nos leva a Goiânia está sinalizado, discretamente, como a saída para Tupaciguara e Ituiutaba, mas é ali a saída para Goiânia, via Monte Alegre e a pista duplicada).

             Estamos na BR050, em direção a Uberaba. A partir daqui, no problems, ou seja, nada a comentar. Estrada que é sonho de consumo de todo viajante, como nós, que, mais do que conhecer o Brasil, quer pegar nele com os olhos, sem se preocupar muito com o pavimento por onde nos deslocamos. Enfim, sem o estresse de vigiar os buracos e a adrenalina das ultrapassagens.

            Aqui também tomamos contato com uma rede de serviços de apoio chamada Graal (restaurante, lanchonete, banca de revista, mini-supermercado, lojas roupas de grife, banheiros limpos e cheirosos), rede esta que estaria em todo o nosso trajeto, até o Paraná. A unidade de Uberaba dispõe de um pequeno hotel, mas é a única do nosso itinerário com essa característica.

             A felicidade tem preço, claro. Entre Uberaba e Florianópolis, passamos por 18 postos de pedágio (9 até o Rodoanel e 9 na Régis)  e pagamos R$ 56,15 no primeiro trecho e R$ 12,30 na Régis, perfazendo o total de R$ 68,45. É caro? É barato? Preferimos não entrar nessa polêmica. Nosso negócio e viajar!

             Hospedagem foi o problema do projeto. Relaxados pela pista dupla, deixamos de perceber que a estrutura hoteleira na rota é precária. As cidades têm hotéis magníficos, mas nós não estávamos dispostos a entrar nelas. Queríamos hotéis ou pousadas às margens da rodovia, com um restaurantezinho que servisse um filé com fritas honesto, um chuveiro quente com fluxo de água forte, uma cervejinha gelada no  frigobar e uma tv a cabo ou parabólica sem “fantasmas” na imagem.

            Necas!

            As cidades passavam, a noite se aproximava e nada. Limeira, Americana, Campinas, Jundiaí. Optamos por atravessar o Rodoanel de São Paulo, pegar a saída para a Regis no km 24 e, na BR116, pernoitarmos em Embu das Artes, cidade que a mídia publicitária tornou extremamente atrativa para nós, lembrando, por exemplo, Pirenópolis, em Goiás, ou Itaipava, no Rio. Mico, MICO, Macacão, KING KONG.

             A cidade é parecida com Pirenópolis ou Itaipava, mas aos domingos! Aquele negócio de o comércio ficar aberto à noite, a ferveção, o pessoal nas ruas, os restaurantes: esquece. A pousada símbolo da cidade (O Garimpo) está lotada com o pessoal que trabalha nas obras do Rodoanel.

             E as alternativas são longínquas. E a noite havia chegado. E nós mendigando alternativas de hospedagem. Conseguimos abrigo na Pousada das Artes, afastada do centro, pessoal simpático, restaurante caseiríssimo (arroz, feijão, bife, ovo frito), fantasmas na TV. Mas o colchão era bom e as roupas de cama e banho bastante razoáveis. Dormimos. Foi isso.

            E estávamos a 1.155 de Brasília.

             Dia seguinte, destino Florianópolis. Já na BR101, foi fácil sair da cidade e pegar nosso rumo. Pista dupla, primeiro mundo, até 37 km adiante de Juquitiba, onde a duplicação é interrompida por 21 km de pista simples. CUIDADO.  Não ultrapasse ninguém. Acompanhe os caminhões, resmungue, ponha um CD legal, mas não faça bobagem: são apenas 21 km. Aproveite a paisagem maravilhosa da Serra, relaxe. Observe os muitos restos de acidentes, imagine os mortos naquele local. Relaxe atrás do seu caminhão preferido. Chegue vivo a Miracatu, 16 km de pista dupla depois desse Calvário.

             Daí, para a frente, xô estresse! Voltamos ao primeiro mundo. Alguma atenção no trevo para São José dos  Pinhais (o risco é errar e entrar em Curitiba, que é maravilhosa).

             Joinville, Itajaí, Camboriú, tudo vai desfilando sob nossos olhos, sempre na BR101, até que as placas indiquem a saída, à esquerda, para a ponte de acesso a Florianópolis.

            Após a travessia da ponte, você não está mais no Brasil Continente, você está numa ilha. De lá você pode sentir uma sensação de sair da nave-mãe. Do Continente. E da fantástica Florianópolis oferecendo a você uma forma diferente de ser brasileiro.

            Nossa demora era curta. Era uma viagem de trabalho, com terno, gravata e tudo o mais. Cumprido o protocolo, fomos rever as praias. Começamos pelo Jurerê Internacional (condomínio à beiramar de extremo bom gosto), Jurerê,  Canasvieiras, Ingleses, Costão de Santinho, Barra da Lagoa, Lagoa da Conceição, Joaquina.

            Atravessamos a cintura da Ilha e fomos para Ribeirão da Ilha. O que havia lá? Apenas o melhor restaurante de frutos de mar que nós já vimos! OSTRADAMUS. Escolhemos uma mesa no trapiche, espécie de passarela que avança sobre o mar e, entre o visual das gaivotas e das fazendas de ostras, saboreamos as divinas ostras gratinadas e a fantástica Sinfonia dos Náufragos (espeto com um quilo de camarões gigantes). Alguns podem achar caro, outros podem achar barato. Nós achamos justo o preço cobrado por essas iguarias indescritíveis, preparadas por um artista, com matéria-prima importada diretamente do Céu.

             Retornamos ao hotel e rediscutimos o plano de viagem da volta. Ivanizes sugeriu ultrapassarmos o Rodoanel cedo da tarde, para evitarmos o congestionamento de fim do dia em São Paulo. E tirou da cartola um verdadeiro achado: o Hotel JP, em Ribeirão Preto, no km 306,5 da Anhanguera, a 1155 km de Florianópolis, ou seja, a mesma distância que percorremos na vinda, ao pararmos em Embu das Artes.

            O plano de vôo proposto foi aprovado por unanimidade e, após o café da manhã, às 08h00 estávamos atravessando a ponte de Floripa que nos levou ao continente e à BR101. Ás 17h05min, estávamos ligando a seta à direita para deixar a Anhanguera e entrar numa surpresa agradabilíssima: o Hotel JP, em Ribeirão Preto. Grande, decoração primorosa, funcionários nota 10 e acomodações – particularmente colchão, lençóis, toalhas – irrepreensíveis. Para completar, cerveja gelada no frigobar, tv a cabo e um banho quente que é o sonho de quem andou 1.155 km. Por opção, pedimos o jantar no apartamento e constatamos que a cozinha do JP é de altíssimo nível.

            No dia seguinte, café da manhã e pé na estrada. Uberaba, Uberlândia (tentativa de falar pelo celular com PY4PY-Pacheco, sem sucesso). Na reta de saída para Goiânia, perdemos o trevo. A sinalização indicava “Ituiutaba-Tupaciguara”. Sentimos que havíamos passado, fomos até o fim da avenida, contornamos a rotatória e retornamos pela mesma via e pegamos a perna do trevo para Tupaciguara.

            No início da BR365, o conhecido trecho de obras – nada de ultrapassagem, paciência, juízo – reduziu a velocidade para 60 km/h. Depois do trevo para Tupaciguara, melhora um pouco, velocidade média de 80 km/h. Mas já havíamos cometido um erro: com a confusão no trevo, esquecêramos de abastecer em Uberlândia.

            No trevo da BR365 com a BR153, a pista dupla nos deu de novo a sensação de volta à normalidade. Velocidade média de 100 km/h. E foi a essa velocidade que passamos pelo posto da Rede Décio (excelentes instalações e serviços).  Percebemos o erro do abastecimento (nossa rotina é reabastecer a cada 200 km) e conferimos que estávamos rodando há quase 400 km sem parar. Decidimos abastecer no próximo posto.

            Surpresa: zero de postos do lado esquerdo da via. Passamos o Honda Civic do câmbio automático para o manual, entramos em velocidade de cruzeiro e conseguimos reabastecer em Hidrolândia ainda com sete litros no tanque.

            Prosseguimos sem novidades, exceto pequena hesitação no novo viaduto do trevo Brasília-Belém. em Goiânia. Entramos no Distrito Federal sob forte chuva, apanhamos a Estrada Parque Indústria e Abastecimento (EPIA), que nos levou à BR020 e, às 16h00, estávamos entrando triunfalmente na roça, de onde saíramos seis dias atrás.

            A grama, recém-cortada por Juvan, apresentava-se como um tapete de boas-vindas de um verde estupendo.

            Enquanto eu abria o portão, a comissão de recepção já estava formada: Joan Miró, Nega, Rodin e Cora Coralina (labradores), Patrícia Galvão-Pagu e Stein Haeger (dogues alemães), Nero (cani corso), Barack Obama (pinscher), Rick Martin (poodle), Brad Pitt (jack russel), Runa (fila brasileiro) e Domeq (vira-lata legítimo) entoaram cânticos de louvor aos seus donos que retornavam. Foi uma delícia!

            Abri a porta da casa. Sobre a mureta da cozinha, Tom Cruise, gato totalmente branco, olhou-nos como se jamais tivéssemos saído dali. No chão da sala, Lady Di (gatas persa – Nina, para os íntimos) continuou dormindo seu sono de paz. Mel Gibson, o gato mais político que já conheci, deu-se ao trabalho de abrir o olho direito e registrar o fato de que “eles voltaram”. Bono Vox e Lis Taylor não tomaram nem a providência de acordar em cima do armário onde se encontravam.

            – Porra, gatos ingratos: rodamos 3600 km e voltamos e vocês nessa indiferença escrota!!!

            Mel Gibson fechou o olho direito que havia aberto. Nina virou-se de lado e continuou dormindo.

            Foi isso.

(Edimar Abreu – Em 23.11.2010)

 

     

      

      

    

 

    

19 comentários em “BRASÍLIA-FLORIANÓPOLIS DE CARRO

  1. Boa tarde amigo! Pretendo ir de Brasília para Florianópolis semana que vem. Alguma atualização sobre a rota ou sugestão ? O Google maps mostra como rota mais rápida esta de Brasília, catalão, Uberlândia… mas estou preocupada apenas com segurança, e não com rapidez, algum conselho? Em que cidade você sugere pernoitar? Será que em campinas? (quero me antecipar para pesquisar hotéis que aceitem cachorro). Muito obrigada!

  2. Transcrevemos abaixo comentário de Alceu Simões Nader, postado em 19.08.2017, no post “Manual de sobrevivência em viagens de férias nas estradas brasileiras” e respectiva resposta:
    Enviado em 19/08/2017 as 13:41
    Prezado Abreu,
    Obrigado pela boa vontade e pelo serviço de sobrevivência nas nossas estradas dado pelo seu blog. Fui repórter-pesquisador do Guia 4 Rodas nos anos 70, sei o trabalho que dá atualizar as informações – o que dignifica ainda mais o seu blog.
    Vou fazer Brasília-Trancoso (BA) e encontrei aqui informação essencial para eu planejar a viagem. Muito obrigado.

    Em resposta a Alceu Simões Nader.
    Olá, Alceu. Bem-vindo ao blog. Este seu comentário encheu a gente de orgulho. E como orgulho é pecado, estamos pecando adoidado por aqui. É que receber uma mensagem desse teor de um profissional que ajudava a tocar o Guia 4 Rodas nos anos 70 é um estímulo monumental para esse trabalho de formiguinha que fazemos por aqui. O nosso primeiro Guia 4 Rodas foi-nos dado em 1978 por um amigo da Ivanizes, minha navegadora há 42 anos. Só que a edição era de 1975. E com ele fizemos a viagem de nossas vidas: Brasília-Guarapari-Eunápólis-Salvador-Aracaju-Maceió-Recife-Natal-Gruta de Ubajara(CE)-Fortaleza- Parque Nacional de Sete Cidades(PI)-São Luís(MA)-Belém(PA)-Belém/Brasília-Anápolis-Brasília. E tudo isso em 30 dias de férias. As estradas eram boas e vocês, repórteres-pesquisadores, eram extremamente confiáveis. Seguíamos religiosamente o roteiro de hoteis e restaurantes com o adesivo “Quatro Rodas esteve aqui”. Todas os comentários que aqui se publicam, independentemente do destino da viagem ou da natureza do post original (o blog tem outras seções que não Rodovias Brasileiras), sempre têm uma carga de estímulo para nós, seja porque as pessoas estão inseguras em relação à viagem, seja porque estão agradecidas por irem e voltarem em segurança. Mas uma mensagem como a sua, que parte de uma autoridade no assunto e que ajudou um guia que era uma luz nessa área, quando não existiam internet nem GPS, é particularmente gratificante. Você fez o comentário em nosso post “Manual de sobrevivência em viagens de férias nas rodovias brasileiras”. Por certo deve ter visto os demais posts de nossa aba “Rodovias Brasileiras”, do site wwww.expressaodaliberdade.com.br, que abriga o blog. Dessa forma, gostaríamos ter a sua autorização para reproduzirmos o seu comentário em todos os posts da aba (Brasília-Porto Seguro de carro, Brasília-Ilhéus de carro, Brasília-Salvador-Natal de carro, Brasília-Buenos Aires de Carro e tantos outros que lá estão publicados). Isso porque alguns princípios nossos – segurança, segurança, segurança, ainda que por rotas mais longas e sem viagens noturnas – não são bem compreendidos por alguns de nossos visitantes. Acontece que a maioria de nosso público básico é composta de gente simples, marinheiros de primeira viagem, que partem com a família inteira, em veículos modestos. E é para essas pessoas que nós nos desdobramos para orientar, com responsabilidade, particularmente em relação aos cuidados com os idosos, com as crianças e atenção para com os buracos, os animais na pista, as estradas ermas, principalmente de terra, sem policiamento da PRF, os restaurantes de beira de estrada e os postos de combustíveis de marcas genéricas. Sua presença aqui e nos demais posts seria um importante reforço nessas nossas recomendações, o que muito nos honraria e ajudaria. Mais uma vez, obrigado, Alceu, e esperamos que você nos autorize a reproduzi-lo nos outros posts como solicitado. Faça uma boa viagem para Trancoso e aguardamos notícias suas.
    Um grande e fraternal abraço.
    Abreu
    O Alceu autorizou por e-mail, em 20.08.2017:
    “ Pode reproduzir sem problemas”.
    Abs

  3. Corrigindo…a rodovia que corta SC depois de SP não é a BR 116 (Régis Bitencount), mas a BR 101 que segue até a divisa do RS com Uruguai…

    • Olá, Vanda. Bem-vinda ao blog e muito obrigado pela correção. Já revisamos o texto e substituimos as quatro referências erradas da BR 116 em lugar da BR 101. Esse post completou 6 anos em novembro e ninguém havia notado – ou, pelo menos, registrado esses erros. Obrigado de verdade.
      Um grande abraço.
      Abreu

  4. Abreu querido. olá ! olha eu aqui de novo! jamais me esquecerei do seu apoio quando fomos pra Porto Seguro. Dessa vez indo pra Uberlandia. Saindo de Brasília. Melhor ir por Luziânia ou Goiânia? Como está o trecho depois de Goiania? será que tem buraco?

    • Olá, Elen. Bem-vinda de volta. A rota correta para Uberlândia é Luziânia-Cristalina-BR 050-Catalão-Araguari-Uberlândia. O texto de nosso post “RODOVIAS BRASILEIRAS : Brasília-Florianópolis”, publicado em nosso site http://www.expressaodaliberdade.com.br mostra nossa escolha de ir por Goiânia porque, na época, as obras de duplicação da BR 050 estavam transformando o trecho numa interminável sequência de “siga-pare”, situação que já não existe mais. Faça uma boa viagem, Elen!
      Um grande abraço.
      Abreu

  5. Bom dia,

    Abreu, estou com uma dúvida…quando fez este trajeto, foi via rodovia Anhanguera, Regis. Porém fazendo algumas pesquisas, vi que tem a opção de ir pela PR-090 Rodovia do Cerne, Rodovia Engenheiro Angelo Ferrario Lopes, e minha dúvida é se seria um bom trajeto, não tenho certeza se ela é pavimentada, sabe de alguma informação? Estou querendo passar pelo Jardim Botânico em Curitiba…
    Abraço

    • Olá, Jakson. Lamentavelmente, o plano mudou e acabei fazendo a viagem para Salvador, a qual estou reportando no blog, para os sputniks que viajarão para o Nordeste. Mas as informações sobre o roteiro para Florianópolis, particularmente em relação à condição das estradas permanecem atualíssimas, inclusive a necessidade de muito cuidado no trecho São Paulo-Paraná, na rodovia Régis Bittencourt, que exige o máximo de atenção na descida da Serra do Café.
      De qualquer modo, aguarde mais uns dias: há um genro meu que fará essa viagem agora em dezembro. Vou conversar com ele e lhe darei notícias.
      Um grande abraço.
      Abreu

  6. Boa noite, quero fazer esse trajeto ?(Goiânia>Floripa) entre 20/12/13 e 02/01/2014. Tenho pouca experiência de estrada, o máximo que já viajei foi 500km. Porém tenho experiência com rodovias, pego a BR 153 todos os dias entre Goiânia e Anápolis (Trânsito intenso).
    Gostaria de algumas dicas ou orientações, pretendo fazer a viajem em um carro simples (Clio 2014). Quais orientações pode me dar?

    Abraço

    • Olá, Jackson. Bem-vindo ao Blog. Aguarde só um pouquinho mais, pois existe a possibilidade de ainda nesta semana (dia 26.11) eu próprio fazer esse percurso até Floripa. Indo ou não, retornarei para responder.
      Um abraço.
      Abreu

  7. boa noite quero fazer essa viagem com meu marido em dezembro… mas queria um site onde eu possa localizar essa rota, vc pode me ajudar? achei um mas pela legenda tem muita estrada de mão simples…. obrigada

    • Olá, Nathalia. Bem vinda ao blog. Gostaríamos de ajudá-los, sim. No post por onde você entrou no nosso blog “www.expressaodaliberdade.com.br”, nós descrevemos a viagem realizada em 2011, na qual fomos de Brasília a Florianópolis o tempo todo por pista dupla, na rota Brasília-Goiânia-Uberlândia. Mais recentemente, publicamos no blog outro post, intitulado “Brasília-Buenos Aires”, onde descrevemos a mesma viagem, realizada agora em julho, pela rota Brasília-Catalão-Uberlândia, com cerca de 300 km de pista simples. Dê uma olhada nos dois textos. Retorne para confirmar se você sairá de Brasília ou de outra cidade.
      Lembramos que, na rota por Goiânia, a pista será toda dupla até Floripa. E na rota por Catalão, apesar dos 300 km de pista simples, o tráfego é leve e a viagem não apresenta maiores problemas, exceto no trecho Luziânia-Cristalina, em que a pista é simples e o movimento de caminhões é relativamente grande.
      Forte abraço e aguardamos seu retorno ao blog.
      Abreu

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