RODOVIAS BRASILEIRAS: Brasília-Rio de Janeiro BR040

                                                                                                                                                          25.03.2016

(O espaço para comentários a esta matéria encontra-se ao final dela, após o último dos comentários).

Agora o nosso programa foi uma viagem de Brasília ao Rio de Janeiro, utilizando a BR-040, a ser realizada em duas etapas, com pernoite em Barbacena.

Saímos às seis horas da SQN 115 e pegamos o Eixo Rodoviário. Como de costume, entre o local de partida e o km zero da BR-040, vivenciamos as quatro estações do ano: de céu de brigadeiro na Asa Norte, passamos por garoa paulista na Asa Sul e tsunami entre o Núcleo Bandeirante e Valparaíso.

Mas a estrada está em bom estado no trecho Brasília-Cristalina, que até dois anos atrás era um inferno: a pista de rolamento era apenas um enfeite inutilizado pelos buracos e o trânsito acontecia pelo acostamento.

A velocidade média ficou em 65 km/h nesse trecho devido ao tráfego de caminhões que, em sua maioria, se destinavam à BR-050 – Triângulo Mineiro e São Paulo.

A partir de Cristalina, a estrada, satisfatória por todo o trecho (Paracatu, João Pinheiro, Pirapatos e Três Marias, permite uma velocidade média bastante interessante.

O segmento entre Três Marias e Sete Lagoas, passando por Paraopeba, há um ano apresentava trechos cruéis e perigosos, com velocidades médias entre 30 e 40 km/h, principalmente no espaço de 50 km que se iniciava 60 km a partir de Três Marias.

Dessa vez, tudo bem, com buracos tapados, alguma irregularidade aqui e ali, mas nada que signifique perigo excessivo para um motorista prudente. Claro que o tráfego fica lento antes de Paraopeba, onde aquela obra de duplicação que se iniciou há milhares de anos, continua como sempre, ou seja, interminável.

De Sete Lagoas para frente, pista duplicada até o Rio de Janeiro. Maravilha? Nem tanto: é preciso atenção com as obras entre Barbacena e Juiz de Fora. Principalmente em frente a Juiz de Fora, onde uma obra super-extra-hiper-altamente interminável vem vencendo há anos e anos nossa paciência.

De Juiz de Fora até o Rio, rodovia pedagiada (R$ 7,20 por automóvel em cada um dos três postos de cobrança), mas vale a pena pagar: é o preço do conforto e da segurança de primeiro mundo.

E por falar em segurança, na altura de Itaipava já dá para sintonizar a CBN Rio (92.5 MHz) e saber se abandidagem está fazendo alguma travessura naLinha Vermelha ou se algum congestionamento-monstro não está esperando você de braços abertos na reta final para Copacabana.

Abastecimento tranqüilo em todo o trajeto, com aceitação de cartões de crédito. Entre Belo Horizonte e Juiz de Fora contamos 5 postos de gasolina fechados (falidos) e um que não tinha álcool. Mas nada que comprometesse a logística de abastecimento.

Boa Viagem.

Edimar Abreu (Rio, 25.11.2008)

Saímos de Brasília no dia 24, pernoitamos em Barbacena (Hotel Senac-Grogotó) e chegamos ao Rio no dia 25. Todo o trajeto está em condições satisfatórias. Os buracos entre Três Marias e Paraopeba foram tapados. As obras de duplicação naquele trecho continuam. O difícil mesmo continua sendo passar pelo Viaduto das Almas (Vila Rica) ~estrutura velha, precária, em curva, perigosíssima – e olhar para o novo viaduto, que está prontinho mas liga nada a lugar nenhum.

(Edimar Abreu – 25.03.2009)

Bastante avançadas as obras de duplicação entre Sete Lagoas e o trevo para Curvelo. Já pudemos, inclusive, utilizar a pista nova em grande parte do percurso.

Um lembrete importantíssimo: todas as considerações apresentadas neste blog levam em conta nosso estilo de viajar, ou seja, EXCLUSIVAMENTE EM PERÍODO DIURNO. Submetidos, na viagem de 28 de junho, a uma paralisação de duas horas e meia por causa de um acidente nas imediações do Viaduto das Almas, tivemos de entrar noite a dentro. Surpresa: com a forte chuva que caía, a sinalização  horizontal se torna absolutamente invisível e os perigos se potencializam.

(Edimar Abreu – 06.07.2009)

Observações atualizadas em 26.11.2011:

Aviso aos navegantes: para quem sai de Brasília com destino a Belo Horizonte ou Rio de Janeiro, ou seja, utilizando a BR-040 e, por conseguinte, tendo de enfrentar a barra pesada do tráfego entre Brasília e Cristalina, o blog traz uma novidade muito interessante.

Precisamos ir visitar anteontem um irmão meu, recém-transplantado renal, em Montes Claros. Como sempre que vamos para aquelas bandas, saímos da roça às 06h30min, pela BR-020, na altura do km 33.

Naturalmente, apanhamos todo o trânsito matinal que demanda o Plano Piloto, com as tradicionais encrencas no trevo de Brasilinha, o nó na frente de Sobradinho, o “fluxo estático” dos Nobres, na subida do Colorado, com os carros velhos quebrados e motoqueiros atropelados de sempre e os sempre espertinhos transitando pelo acostamento.

Resultado: às 07h28min – ou seja, 58 minutos e quarenta e sete km depois – deixamos aquele inferno e pegamos o Inferno II – tráfego estacionário da pista da Água Mineral  (EPIA) até a entrada do Núcleo Bandeirante, onde passamos às 08h12min.

Trecho com velocidade razoável a partir daí até a Polícia Rodoviária Federal, no km 1 da BR 040, onde tomamos o expresso “Inferno III”, famoso por sua overdose de quebra-molas do Valparaíso até Luziânia, onde o “Inferno IV” te abre os braços, com sua pista de mão dupla lotada de caminhões, os quais só vão te abandonar lá em Cristalina, quando eles viram à direita para São Paulo, via BR-050 e você segue em frente pela BR-040.

Aí já eram 11h30 da manhã e nós havíamos rodado fantásticos 190 km em 4 horas de viagem.

Pois bem. Conseguimos chegar a Montes Claros, visitamos meu irmão enfermo, jantamos com outros que estão em boa saúde e às 06h30min do dia seguinte (hoje) pegamos a estrada de retorno.

Andamos os 280 km de Montes Claros até a BR040 em Pirapatos e fomos direto para o abastecimento em João Pinheiro, a 80 km dali. E já sofrendo por antecipação: vamos chegar a Cristalina no meio da tarde, enfrentar aquele trânsito horroroso até Luziânia. De lá, vamos curtir a sopa de quebra-molas até o Valparaíso, quando poderemos andar um pouquinho mais rápido até passar pela Água Mineral e cair nos braços acolhedores do gigantesco engarrafamento da descida do Torto para o Colorado e etc., etc. e etc.

Mas, Alá é mais sábio. 17 km depois de João Pinheiro, trânsito totalmente paralisado. Centenas de caminhões, ônibus e carros de passeio parados, parachoque contra parachoque, muita gente do lado de fora dos carros e informação rigorosamente nenhuma.

Ligamos o rádio e procuramos a rádio local (Rádio Tropical de João Pinheiro, 94,7 MHz FM). Repórter no local: -“O acidente ocorreu nas primeiras horas da manhã (já eram 12h40min), envolveu o atropelamento e morte de um motoqueiro por um caminhão tanque carregado de querosene de aviação que se incendiou e ameaçava explodir, o que levou a PRF a interditar o trânsito nos dois sentidos, sem qualquer previsão de horário para reabertura”.

Aí veio o melhor da história. Minha navegadora há 36 anos orienta:-Vamos voltar a João Pinheiro e pegar uma via estadual que vai a Brasilândia e voltar para Paracatu – portanto DEPOIS do local do acidente. Distância a ser percorrida no desvio 230 km, contra os 100 km normais entre João Pinheiro e Paracatu. Há um trecho em obras no meio do caminho. Se for intransponível, retornamos a João Pinheiro, pernoitamos lá e seguimos viagem amanhã.

OK! Pé na estrada para Brasilândia, depois para Boqueirão. E aí, duas surpresas: a) as obras foram concluídas e o que tínhamos pela frente era uma estrada novinha em folha. Olha ela aí embaixo:


 

b) a estradinha nos levaria em 111 km direto para Unaí (MG);

Não tivemos dúvidas. Depois de cruzar com um carro de passeio em sentido contrário e ultrapassar um ou dois veículos indo, chegamos a Unaí menos de uma hora depois. Mais uma hora de viagem e estávamos entrando no Distrito Federal pelo PA-DF, com a alternativa de sair no Paranoá/Ponte JK ou irmos para o Vale do Amanhecer e Planaltina, a 12 km da roça.

Marcamos a opção 2 e cá estamos no nosso recanto, ainda dia claro, assando uma costelinha de porco, abrindo um vinho chileno para comemorar nossa chegada em novo estilo, sem Cristalina, em Luziânia, sem quebra-molas, sem caminhões, sem Colorado, sem Sobradinho, sem rush!

Então, anote aí: você tem dois caminhos para chegar a João Pinheiro indo para Belo Horizonte, para o Rio ou para Montes Claros. Pela saída sul de Brasília, onde você poderá curtir cenas explícitas de autoflagelação coletiva, ou pela estrada de Unaí, a ser alcançada pelo Vale do Amanhecer ou pela Ponte JK/Paranoá. Pela saída sul, são 350 km. Por Unaí, são 340 km. As distâncias são quase iguais, mas os meus cabelos…

(Edimar Rodrigues de Abreu – 26.11.2011)

ATAQUE DE HACKERS/CRACKERS: TUDO LIMPO NO BLOG

 

    Com mil desculpas a todos os nossos frequentadores, particularmente aos assíduos companheiros de infortúnio que aqui assinam ponto na seção “Sítios e Soluções”, em especial no post “Poço Artesiano de Água Suja”, bem como aos nossos caríssimos sputniks (companheiros de viagem) da Seção “Rodovias Brasileiras”, destacadamente do post “Brasília-Salvador”, temos a alegria  de comunicar o fim dos ataques de piratas que infernizaram nossa vida nos últimos onze meses.

    Conseguimos obter a solução técnica adequada (antivírus não resolvem) e a partir de ontem nosso site e nosso blog estão livres daquele pesadelo.

    Agradecemos a todos que persistiram conosco, acompanhando e torcendo para que tivéssemos sucesso nas tentativas de nos mantermos no ar. Um obrigado especial àqueles que, por e-mail ou telefone, nos avisavam: “não está dando para entrar, mas estamos acompanhando”; “na hora que abrir, eu entro”; “negociem com as caras, mas não saiam do ar”; “consegui entrar, mas o blog ainda não está cem por cento”.

   

   Em novo post nesse blog (www.expressaodaliberdade.com.br) , na seção Sítios e Soluções:  Blog Sob Ataque de Hackers,  estamos contando como foi a história e como conseguimos sobreviver.

Um fraternal abraço.

                                      Edimar Rodrigues de Abreu – 05.06.2012. 

     Observações atualizadas – 05.08.2012. 

Ao retornarmos de uma longa viagem de carro (Brasília-Buenos Aires, com  7600 km de ida e volta, descrita neste blog www.expressaodaliberdade.com.br, no post “Rodovias Brasileiras: Brasília-Buenos Aires), viagem essa que tínhamos iniciado pela BR 050 com destino ao sul do Brasil, decidimos utilizar, na volta, a rota Curitiba-São Paulo-Paraty-Angra-Itaipava, ou seja, revisitar a BR 040.

Saímos de Angra pela BR 101 e, em Itaguai, pegamos a Avenida Brasil até o trevo com a BR 040. Não registramos um único buraco do Rio até o Distrito Federal. E há três surpresas agradáveis no trajeto. 

Primeira: o velho viaduto em curva, precário, decrépito e assassino chamado de Viaduto das Almas ou Viaduto Vila Rica, na reta de chegada a Belo Horizonte,  ficou fora do nosso trajeto, substituído por aquele viaduto moderno e gigantesco que não ficava pronto nunca. Uma beleza!

Segunda: a interminável obra de duplicação do trecho Sete Lagoas-Paraopebas finalmente FICOU PRONTA! Mas, como diria a raposinha para o Pequeno Príncipe, nada é perfeito: o asfalto novinho, bem sinalizado, está cheio de gozo de virgem ( aquelas depressões suaves, mas profundas, que causam desagradável sensação na barriga. Reduza a velocidade. 

    Terceira: a nova estrada duplicada passa POR FORA de Paraopeba, poupando-nos daqueles milhares de quebra-molas existentes no centro da cidade. Para os clientes da Linguiça da Bete, uma informação especial: ela saiu do centro da cidade e se posicionou a cerca de dois km no sentido Brasília, no lado esquerdo da via ( a pista que segue para Paraopeba), com uma loja muito simpática.

A entrada de Brasília, a partir de Cristalina, continua pista única, mas o asfalto foi totalmente recuperado. Nada a ver com aquele sofrimento de nossa última passagem por lá. Não registramos qualquer buraco no trecho. 

Um grande abraço. 

Edimar Rodrigues de Abreu- 05.08.2012

Observações atualizadas – 26.07.2013

Pusemos o pé na estrada, saindo às 06h00 da manhã, daqui da roça, que fica no km 33 da BR 020. Nosso destino era pernoitar em Barbacena(MG) e chegar ao Rio de Janeiro no dia seguinte, por volta das 14h00. 

 O tráfego estava tranquilo, uma vez que ainda estávamos nas férias de julho. Dentro de uma hora  deixamos a pista dupla e pegamos a pista simples em Luziânia. Avançamos bem até o Rio São Marcos, que divide  Goiás de Minas Gerais. Aí começaram as obras. 

Entrando em Minas, os próximos 320 km foram de bastante atividade por parte do Dnit, com diversas segmentos em meia-pista (siga-pare). Esse inconveniente reduziu bastante a nossa velocidade média, que em alguns pontos não ultrapassou 60 km/h. 

Após o trevo que vai para Montes Claros, Corinto e Curvelo, apanhamos a pista dupla, novinha. Registramos diversos pontos de obras no entorno de Paraopeba, sem siga-pare. Percebemos que eles estavam consertando os chamados  “gozo de virgem”, que descrevemos no primeiro texto, acima.

O atraso em função das obras e do nevoeiro quase constante (inclusive no percurso inicial Brasília-Cristalina) terminou por atrasar nossa chegada a Barbacena, onde aportamos às 18:00. No dia seguinte, retomamos a pista dupla, pedagiada a partir de Juiz de Fora e chegamos a Copacabana ao Rio de Janeiro às 13:00, precisamente no momento em que a Polícia fechava as entradas do bairro para o primeiro dia da visita do Papa Francisco.

Fomos orientados a voltar e pegar um táxi, que poderia circular no bairro até as 14h00. Retornamos, deixamos o carro no estacionamento do Aeroporto Santos Dumont e pegamos um táxi, que conseguiu nos deixar às 14h00 a 300 metros do hotel, para onde nos dirigimos arrastando as malas de rodinha em meio a alguns milhões de pessoas. 

Afora esses contratempos, vamos dar uma nota 7 para a BR 040 nesse percurso. Isso porque não encontramos um único buraco e a sinalização – principalmente a vertical – está bastante satisfatória.

O problema maior continuam sendo os “mineirinhos”, sempre a 70 km/h na pista da esquerda. Mas acho que é um problema cultural e não há solução à vista. 

Forte abraço.

                 Edimar Rodrigues de Abreu – 006.08.2013.

     OBSERVAÇÕES ATUALIZADAS – ABRIL DE 2014

   Meu filho e minha nora foram passar a Semana Santa em Tiradentes. O relato deles nos traz a  informação de condições muito boas da rodovia, sem um único buraco.

   Chamam atenção para a quantidade de “pardais” na saída de Belo Horizonte para Brasília, a maior parte fixando a velocidade em 70 km/h. Recomendam que é inútil tentar ultrapassar a velocidade: a multa é certa!

   Abraço.

   Abreu 

 

59 comentários em “RODOVIAS BRASILEIRAS: Brasília-Rio de Janeiro BR040

  1. Olá Abreu boa Tarde,
    Estou querendo ir de Brasília ao RJ São Pedro da Aldeia na próxima semana dia 26\12\2017 qual seria o melhor percurso ?

    • Olá, Ítalo. Bem-vindo ao blog. Você deverá dividir a viagem em duas etapas, para evitar viajar à noite. Não vale a pena, na situação atual, arriscar-se a atravessar a Cidade Maravilhosa – que eu tanto amo – na madrugada. Pernoite na Serra da Mantiqueira, em Barbacena, por exemplo, e desça a serra e atravesse a Baixada Fluminense de manhã, pegue a ponte Rio-Niterói e, em seguida a Via Lagos. E chegue bem e em paz a São Pedro da Aldeia – onde eu perdi uma “capanga” com todos o meu dinheiro e documentos, inclusive CNH, há 35 anos. E os recuperei, dois dias depois, em Cabo Frio! Pode? Faça uma boa viagem e dê notícias, OK?
      Um grande abraço.
      Abreu

  2. BOM DIA CARO ABREU, EM DEZEMBRO IREMOS FAZER O TRAJETO VALPARAISO/REGIÃO DOS LAGOS – RJ, ALGUMA SUGESTÃO DE ROTA? OBRIGADO

    • Olá, Vitor. Bem-vindo ao blog. A maravilhosa região dos Lagos que te espera tem algumas alternativas de rotas. Mas a que indicamos é pela BR 040 (que ao chegar ao Rio de Janeiro se chama Rodovia Presidente Kubitschek), atravessar a Ponte Rio-Niterói, passar por São Gonçalo e Itaboraí e descer para São Pedro da Aldeia e Cabo Frio. O contorno por Magé é viável, mas tem muito tráfego de caminhões, porque aquela rodovia é a Rio-Bahia (BR 116), que não é uma rodovia turística, mas de carga. E o atalho lá na serra (Itaipava-Teresópolis-Nova Friburgo) tem alguns problemas de segurança (áreas rurais de domínio do tráfico), o que nos leva a não recomendá-lo. Nas rotas que recomendamos não há necessidade de nada além dos cuidados rotineiros que temos de ter em relação à segurança nas imediações de qualquer cidade grande, como aí no seu Valparaíso. Avalie a possibilidade de pernoite em Barbacena: é um ponto estratégico para dividir a viagem sem viajar à noite. Se houver dúvidas, retorne. Será um prazer ajudá-lo a ir e voltar bem.
      Um grande abraço.
      Abreu

  3. Abreu,
    Boa tarde!
    Pra inicio de nossa conversa, informo ao jovem que sou um vovô de 82 anos, mas viajo de carro sem problemas de BSB para o RJ, desde 1971. Antigamente, sempre tive carros velozes, fazia essa viagem em 11 e 12h, do Lago Norte a Copacabana/RJ, rodando a noite toda (BSB às18h/e chegava entre 04h a 05h/RJ). Hoje, faço essa viagem em quatro etapas: BSB/João Pinheiro/Sete Lagoas/Itaipava/RJ, ou seja, não viajo mais à noite, rodo de dia somente e não mais que 340/60km/dia. Agora vou me aventurar numa viagem de carro (Jeep, Cherokee, Limited 16/16) de BSB para Guarapari, a pergunta: de acordo com o meu perfil atual, o amigo conhece o acesso à Guarapari por Curvelo ou Itabirito? Qual a melhor escolha? Na ultima vez que fiz essa viagem para Guarapari (2014), fui por João Monlevade/Abre Campo (onde me hospedei) e daí direto para Guarapari, paguei duas multas por desatenção e vi, como sempre, os mineiros montados em caminhões imensos e que não cabem nas pistas, nos assustando nas inúmeras curvas do trecho. Por isso, penso em mudar de percurso pela BR 262.
    Desculpe o tamanho do texto, mas penso que disse tudo que precisava. Agora, se possível, aguardo sua ajuda!!
    Atenciosamente,
    Karu.

    • Olá, Karu. Bem-vindo ao blog. Há muitos anos, em conversa pelo rádio com um radioamador britânico, ele me pareceu uma pessoa tão em paz com a vida que perguntei sua idade. E ele me respondeu:-“I am 82 years young!” e deu uma bela gargalhada! Seu comentário me lembrou um pouco aquele colega. Há algo, em suas palavras, de alto astral, de estar bem com a vida, de achar a felicidade uma coisa natural, Karu, que faz um bem enorme ler seu comentário e sentir o quanto de quilometragem – tanto rodoviária, quanto de vida – está por trás dele. Direto ao ponto: não temos alternativa razoável a oferecer para quem parte de Brasília para Guarapari, a não ser a Via Crucis da BR 262. Não sei o que ocorre. Aparentemente, a velha questão da “Zona Litigiosa”, ou seja, uma parte do Espírito Santo que é reclamada historicamente pelo Estado de Minas Gerais como território seu e sua saída para mar, parece assombrar aquelas estradas que levam a Vitória e Guarapari. É como se houvesse uma conspiração para que os mineiros não desçam de Belo Horizonte para o litoral capixaba, apesar da enorme presença de mineiros – e de imóveis residenciais de propriedade de mineiros – naquela região. Você chegou até nós, Karu, pelo post “Brasília-Rio de Janeiro BR 040″, publicado aqui em nosso blog (www.expressaodaliberdade.com.br, aba “Rodovias Brasileiras”, onde também se acha publicado o post “Brasília-Guarapari de carro”. Dê um pulinho lá e veja: essa história já tem 38 anos, como contamos naquele post. Não há saída por Curvelo, via Montes Claros e Salinas, tampouco por Itabirito, que nos leva de volta à BR 262 após João Monlevade, exatamente quando o tormento é maior. Já estudamos muito esse trecho e normalmente chegamos à conclusão de que é preciso avaliar adequadamente se vale a pena ir a Guarapari. Se valer a pena, nós não temos o mínimo constrangimento em dizer – não o que recomendamos para os outros, mas o que nós fazemos para chegar lá – que, quando precisamos de fato ir a Guarapari, descemos até o Rio de Janeiro e pegamos a BR 101 para o Espírito Santo. Claro que não recomendamos isso para ninguém. É coisa nossa – minha e de minha navegadora há 42 anos. É insano, sabemos. É um desperdício de tempo e dinheiro, sabemos. Mas desperdiçarmos tempo pernoitando no delicioso hotel do SESC (Grogotó) em Barbacena e depois, em Itaipava, comendo o bacalhau do Parrô do Valentim, ou curtindo a delícia de um pernoite na Alten Haus, não temos certeza de que seja um desperdício de tempo e dinheiro. Mas – claro está – não recomendamos a ninguém. Enfim, Karu, reitero: não há alternativas à BR 262 nos estritos termos da política de recomendações deste blog. Lamento profundamente. Dario, rei dos Medos e Persas, tinham o mau costume de cortar a cabeça dos portadores de más notícias. Espero que você não providencie minha decapitação por isso. Apesar de você ser “82 years young”, não deixe de ler também em nosso site o post “Manual de sobrevivência em viagens de férias nas rodovias brasileiras”. Claro que você não vai aprender nada lá, mas pode dar algumas lições de sobrevivência, não é? Afinal, vocẽ está vivo e feliz.
      Um grande abraço e retorne sempre.
      Abreu

      • Abreu,
        Bom dia!
        Começo lendo sua resposta ao lado da minha “navegadora e conselheira”, que me acompanha há 62 anos, também satisfeita da vida como eu, dando boas risadas das suas informações, atenciosas, mas com certa a picardia carioca (palavra do meu tempo de jovem), quando se refere à viagem pra Guarapari (rsss) e, principalmente quando do mau hábito de Dario “Dario, rei dos Medos e Persas, tinha o mau costume de cortar a cabeça dos portadores de más notícias” E, faz referência a uma Sentença igual, quando diz “Espero que você não providencie minha decapitação por isso”(+ rsss). Realmente, de BSB a Guarapari via RJ, não será uma viagem muito econômica pra quem não mora no RJ e pretende passear e se banhar nas águas mansas de Guarapari. Além disso, o viajante corre o sério perigo da desistência, e ela ocorre quando o viajante avalia se vale a pena trocar as maravilhas da Cidade Natureza de hotelaria cara e atualmente perigosa, (antes Cidade Maravilhosa até 1970/80), pelos 475 km.que terão que rodar pela BR 101 (perigosa em alguns trechos) do RJ até ES.
        Ao procurar ajuda no seu Blog, do qual não pretendo me afastar, pelos conhecimentos que adquiri e ainda tenho a adquirir de você e de seu colaboradores pelas experiências vividas e se possível, repetindo o ilustre Ministro Gilmar Mendes, “modéstia às favas”, pretendo dar um pouco do que vi e vivi nas viagens de carro que já fiz e ainda vou fazer por esse Brasil. Como sou viajante precavido e consciente dos limites físicos que a minha idade impõe, vou procurar novos caminhos e seguir o meu instinto desbravador em busca de lugares e bons passeios para somar às informações que o Blog já possui. Como os navegadores e descobridores do passado, aqui deixarei meu relato do Novo Mundo, (oops!! que bravata) digo, das viagens que farei por essas estradas do nosso Brasil, em especial essa para o momento, de BSB pela BR 040, até Conselheiro Lafaiete, continuando pela BR 482, até Cachoeiro de Itapemirim e dessa cidade, pela BR 101, até Guarapari. Só peço que o responsável pelo blog, tenha paciência com esse vovô, tricolor (Flu) e o aceite como um novo “soldado” a serviço da “tropa” de seus colaboradores.
        Abração,
        Karu

        • Olá, Karu. Em nosso primeiro contato, dissemos -“Olá, Karu. Bem-vindo ao blog”. Agora, nessa sua segunda entrada em nosso planeta, desdobramos o tapete vermelho e acionamos a banda de música que tocará o hino :-“OLÁ, KARU. SEJA BEM-VINDO!”. Claro que temos um prazer enorme em aprender algumas mágicas com você e sua navegadora há 62 anos, a quem rendemos nossas homenagens. Navegar pela BR VIDA durante 62 anos, na mesma velocidade e em busca do mesmo destino é uma performance que nos deixou – a mim e a Ivanizes, com 42 anos de caminhada – com complexo de inferioridade! Achávamos que éramos o máximo de companheirismo, amor, cumplicidade e equilíbrio em meio aos buracos, falta de sinalização, curvas, lombadas, panes mecânicas e elétricas na BR VIDA. E olhe que ainda há os cavalos, bois e jumentos que atravessam nossa estrada tentando perturbar a viagem. Agora, diante de vocês, estamos recolhendo-nos à nossa insignificância: ainda há muitos quilômetros a percorrer até chegar onde vocês estão. Não se considerem visitas. Antes, sintam-se donos da casa. Tomem assento, bebam um cafezinho. E nos contem tudo – não nos escondam nada – do que vocês sabem sobre estradas brasileiras. Aqui, temos uma limitação séria. Como a maioria dos nossos visitantes são pessoas com não muita experiência em viagens rodoviárias (a esmagadora maioria normalmente está fazendo a sua primeira viagem turística), temos uma cautela imensa na recomendação dos roteiros. E uma dos principais pré-requisitos é a presença da Polícia Rodoviária Federal no trecho. Isso significa estradas FEDERAIS. O universo das estradas estaduais e municipais não está no nosso radar. Mas parece, Karu, que está no seu. Se estivermos certos em nossa leitura e se você tiver a outra metade da laranja, com sua capacidade de abrir horizontes e descobrir novos caminhos, talvez tenhamos um upgrade nesse blog. Côncavo e convexo, que tal? Mas não vá dar uma de Borba Gato, Fernão Dias Paes Leme ou Vasco da Gama: não vá tentar descobrir o Caminho das Índias nem o Caminho para Guarapari no século 21, OK?
          Um abração.
          Abreu

  4. Olá Abreu,
    Inicialmente quero agradecer e parabenizar pelo seu blog! Já li praticamente todos os posts :)
    Em dezembro fizemos nossa primeira grande viagem de carro (Bsb – Fortaleza) passando pelas capitais e várias praias. As informações do blog foram ESSENCIAIS para o êxito da viagem.
    Agora estamos planejando uma viagem de Bsb para BH – Ouro Preto – Tiradentes e Campo do Jordão. Pelo que tenho estudado, a rota até BH é pela BR 040. A maior parte do trajeto é pista simples, o que não gosto muito, mas minha maior preocupação é quanto ao tráfego de caminhões, o que acredito ser intenso, é isso mesmo?
    De Tiradentes para Campos do Jordão o melhor percurso seria pela 365/381? Alguém tem informações se esse percurso é duplicado?
    Mas a minha grande dúvida é sobre o percurso da volta (Campos do Jordão – Bsb). A inclinação maior é voltar pela BR 050, considerando que a maior parte é pista duplicada, a única ressalva é quanto ao grande número de caminhões. Esse é o melhor trajeto mesmo?
    Há a opção de fazer Campos do Jordão/BSB pela 364/153 (passando por Barretos/Goiânia) no intuito de evitar o tráfego dos caminhões na BR 050. A distância é um pouco maior, mas se as rodovias estiverem boas talvez seja uma boa opção.. O que vc recomenda?
    Muito obrigada,
    Talita

      • Nossa, Talita. Estou morrendo de vergonha de você. Não sei o que aconteceu que o seu comentário ficou para trás, sem resposta. Tenho tanto cuidado com isso. Achei até que você tivesse ficado presa no anti-spam, mas não era verdade, porque eu aprovei o seu primeiro comentário lá em janeiro de 2016. Desculpe, desculpe, desculpe! Ainda bem que você teve a paciência e a humildade de me cobrar e me conceder a oportunidade de corrigir o erro. Para os que não sabem do que se trata, eis o comentário da Talita, feito aqui em 31.01.2017:

        Enviado em 31/01/2017 as 13:52
        Olá Abreu,
        Inicialmente quero agradecer e parabenizar pelo seu blog! Já li praticamente todos os posts :)
        Em dezembro fizemos nossa primeira grande viagem de carro (Bsb – Fortaleza) passando pelas capitais e várias praias. As informações do blog foram ESSENCIAIS para o êxito da viagem.
        Agora estamos planejando uma viagem de Bsb para BH – Ouro Preto – Tiradentes e Campo do Jordão. Pelo que tenho estudado, a rota até BH é pela BR 040. A maior parte do trajeto é pista simples, o que não gosto muito, mas minha maior preocupação é quanto ao tráfego de caminhões, o que acredito ser intenso, é isso mesmo?
        De Tiradentes para Campos do Jordão o melhor percurso seria pela 365/381? Alguém tem informações se esse percurso é duplicado?
        Mas a minha grande dúvida é sobre o percurso da volta (Campos do Jordão – Bsb). A inclinação maior é voltar pela BR 050, considerando que a maior parte é pista duplicada, a única ressalva é quanto ao grande número de caminhões. Esse é o melhor trajeto mesmo?
        Há a opção de fazer Campos do Jordão/BSB pela 364/153 (passando por Barretos/Goiânia) no intuito de evitar o tráfego dos caminhões na BR 050. A distância é um pouco maior, mas se as rodovias estiverem boas talvez seja uma boa opção.. O que vc recomenda?
        Muito obrigada,
        Talita

        Então, vamos lá, Talita. O seu “plano de voo” da ida está bom. Não se preocupe com a BR 040: partir de Paraopeba(a 110 km de BH e terra natal de Clara Nunes) ela já é duplicada há muitos anos. E o trecho Brasília-Paraopeba está com muitos trechos da duplicação já concluídos, inclusive com pedágio. E concordo com sua hipótese de, a partir de Tiradentes (pista simples) alcançar, pela BR 265 ((e não BR 365) a BR 381(que é duplicada, é a Fernão Dias) e daí chegar a Campos de Jordão. As estradas paulistas e do sul de Minas normalmente são de boa qualidade, principalmente nos eixos turísticos, como é o caso de Campos de Jordão. Agora, quanto ao retorno, recomendo fortemente usar a BR 050, mas não precisa ir a Barretos. Você deve voltar de Campos Jordão pela BR 116, passar por Pindamonhangaba, Taubaté e, 30 km depois de São José dos Campos, pegar a direita para Campinas. “Teoricamente” você já estará na BR 050, embora os paulistas a chamem de SP 330. A partir de Campinas, vá em frente para Limeira, Americana, Araras, Porto Ferreira, Ribeirão Preto, Orlândia, Uberaba, Uberlândia, Araguari-Catalão-Cristalina-Brasília. Esse trecho do retorno está parcialmente descrito em outros posts nossos, publicados aqui em nosso site http://www.expressaodaliberdade.com.br (onde você encontrou o nosso post Brasília-Rio de Janeiro BR 040). Nós descrevemos esse trecho nos posts “Brasília-Florianóplis de carro” e “Brasília-Florianópolis-Buenos Aires de carro”, todos publicados no site, na aba “Rodovias Brasileiras”. Não deixe de ler também nosso post “Manual de sobrevivência em viagens de férias nas rodovias brasileiras”, também na mesma aba do site. Espero tê-la ajudado. Se houver dúvidas, retorne: será um prazer responder prontamente ao seu comentário. Apesar de tudo, continuo morrendo de vergonha de você.
        Um grande e fraternal abraço.
        Abreu

        • Oi Abreu,
          Não há o que se desculpar, imagina! Consegui ler suas informações a tempo de fazer uma ótima viagem agora em julho. Já estamos de volta e segui todas as suas dicas, claro :)
          Viagem muito tranquila, asfalto bom e a presença de caminhões não nos afetou em praticamente nada. O retorno (Campos do Jordão-BSB) foi excelente, quase todo em via duplicada com pista em estado conservadíssimo.
          Muito obrigada e até a próxima!

          • Olá, Talita. Que bom que deu tudo certo e você já está de volta. Obrigado pelo retorno e pelo relato sobre as estradas da volta.
            Um abração.
            abreu

    • Olá, Hilton. Bem-vindo ao blog. Nada de novo, exceto a duplicação até Paraopeba, com pedágios e siga-pare. Recomendamos atenção especial no anel rodoviário de Belo Horizonte – trânsito muito perigoso e com grande margem de erro na saída – e também na entrada do Rio (saída 109 B), onde há risco de o GPS levar para algumas comunidades pouco amigáveis. Também evitar a chegada à noite e em dias de jogos clássicos: os festejos de gol no trecho após a Ilha de Governador não costumam ser com fogos de artifício! No mais, são as nossas recomendações de sempre: viajar de dia, abastecer e fazer alongamento a cada 200 km e não comer em restaurantes de beira de estrada.
      Faça uma boa viagem e dê notícias.
      Um grande abraço.
      Abreu

  5. Boa noite!
    Eu estou pensando em ir para Brasília, saindo do Rio de Janeiro. Mas iria de ônibus! Acha que é muito perigoso? Alguma recomendação? Gostaria de perguntar também sobre o sinal de celular … Pega bem?! Para poder dar notícias para amigos e familiares.
    Desde já, agradeço!

  6. Boa tarde, pretendo ir de Brasília para o Cabo Frio-RJ de carro, irá eu minha esposa e nossa filha de 9 meses, gostaria de saber o melhor caminho, onde parar para dormir, situação das vias e quanto gastarei com pedágios.

    Parabéns pelo site.

    Obrigado

    • Olá, Vanderlei. Bem-vindo ao blog. Agora eu viajei no tempo: há 35 anos eu fiz minha primeira viagem Brasília-Cabo Frio de carro, com meu primeiro filho com… 9 meses! Viagem tranquila, Vanderlei, com estradas em bom estado, a maioria duplicada. Os pedágios são uma praga e uma bênção: para quem tem de passar todo dia por eles, são um horror. Mas, para nós que passamos por ali uma vez por ano, valem cada centavo. Você paga por qualidade, conforto e segurança da estrada. Isso não tem preço. Aliás, tem: reserve aí por volta de R$ 40,00 para pedágios até Cabo Frio. O primeiro é em Cristalina. Durma em Barbacena (900 km de Brasília) e termine de chegar no dia seguinte (300 km até o Rio, mais 160 até Cabo Frio. Vá pela ponte Rio-Niterói. Há um caminho mais curto, que passa por Magé, mas a segurança ali é sofrível. Já fui “escoltado” ali por uma moto, até ultrapassar os limites de uma fazenda grande que pertencia ao pessoal do tráfico. Melhor manter-se na BR 040 – que ali se chama Rodovia Juscelino Kubitschek – descer a serra, pegar a saída 129, passar pelo Galeão, alcançar a ponte e pegar a Via Lagos. Não há problemas, exceto a necessidade de atenção e pegar a saída correta no km 129.
      Uma boa viagem e dê notícias.
      Abreu

    • Olá, Vanderlei. Bem-vindo ao blog. Agora eu viajei no tempo: há 35 eu fiz minha primeira viagem de carro para Cabo Frio, com o meu filho mais velho, então com …9 meses! Fique tranquilo. As estradas estão boas, a maior parte duplicada. Pedágios são uma praga e uma bênção. Para quem passa por eles todo dia, são uma praga. Para nós que só eventualmente passamos por eles, são a garantia de qualidade, conforto e segurança. Reserve aí uns R$ 50,00 para pedágios até Cabo Frio. Vá direto pela BR 040 até a saída do km 129-B (após a sede do Jornal O Globo) para o Rio. Evite aquele caminho mais curto, que passa por Magé: eu sei o que estou dizendo. Pegue a Ponte Rio-Niterói e a Via Lagos e estará, 160 km depois, em Cabo Frio. Pernoite em Barbacena, a 900 km de Brasília. Sugiro os hotéis Grogotó (do Senac) e o Hotel Parque da Mantiqueira, ambos à margem direita da rodovia (Parque) ou muito perto dela (Grogotó). Mas há dezenas de alternativas de hospedagens em Barbacena. Devo fazer esse percurso aí dentro de aproximadamente 60 dias. Se você for viajar depois disso, aguarde novas informações, OK?
      Um forte abraço.
      Abreu

  7. Boa tarde!!

    estou querendo ir de brasilia para o rio de janeiro de carro,gostaria de saber se o trajeto é perigoso ou tranquilo,com estao as estadas.
    obrigada!!

    • Olá, Janaína. Bem-vinda ao blog. O trajeto é tranquilo, as estradas estão boas. Existem muitas obras entre Brasília e Paraopeba, em especial até Paracatu, com muito siga-pare. Há praça de pedágio (R$ 4,60) entre Luziânia e Cristalina. Se você morar ao norte do Plano Piloto (Lago Norte, Varjão, Taquari, Lago Oeste, Paranoá, Sobradinho, Planaltina, Itapuã, Vale do Amanhecer etc), a pedida é chegar a Paracatu via Unaí. Veja a propósito nosso post “RODOVIAS BRASILEIRAS: Brasília-BH-Rio via Unaí”, em http://www.expressaodaliberdade.com.br).
      Qualquer dúvida, retorne.
      Um grande abraço e boa viagem.
      Abreu

  8. boa noite
    estou eu e minha família planejando uma viagem para caldas novas agora no final do mês e queria saber o melhor caminho e condições da estrada que sai de belo horizonte ate caldas novas…

    obrigado

    • Olá, Wanderson. Bem-vindo ao blog. Sua viagem de Belo Horizonte para Caldas Novas, via Betim-Araxá-Uberlândia-Araguari-Corumbaíba-Mazagão-Caldas Novas, deverá contemplar aproximadamente 720 km, o que você deverá fazer entre 7h30min e 08h00min (se tudo estiver bem com o trânsito aí no anel rodoviário de BH, que é dado a surpresas!). Por isso, dá para fazer tranquilamente de uma única vez, sem necessidade de pernoite. Você deverá sair de BH por Betim, pegando a BR 262 até Araxá, onde pegará a BR 457 até Uberlândia, Após um pequeno trecho pela BR 050 até Araguari, tome a esquerda e 100 km depois estará em Caldas Novas. As estradas estão em boas condições. Faça uma boa viagem e curtam as águas deliciosamente quentes de Caldas Novas.
      Um grande abraço.
      Abreu

  9. Olá a todos (a) que gostam de viajar de carro pelo Brasil e mundo. Como disse acima em um comentário meu, eu e minha esposa decidimos viajar ao nordeste – 31 dias janeiro 2015- no litoral do Piaui.
    Iniciamos arrumar as malas no meio do ano, fazendo o que todos fazem: calcular a viajem, saber quanto que gastaríamos, onde dormiríamos, etc.

    Saimos de Brasilia eu, minha esposa e um cachorro labrador, – carro foi um palio adventure, 1.8, dia 31 /12/2014 as 4h da manhã, partindo direto para o posto rosário (divisa Go – Ba). chegamos as 8h. reabastecemos e seguimos até chegar em Barreiras – Ba. as 13h. – 31/012/2014. Seguimos para o Piauí e ao anoitecer resolvemos dormir em Bom Jesus – Pi, em um hotel fuleiro – chamado Hotel familiar, cujo dono é um gay, que acabou implicando conosco por causa do cachorro. sendo que o pior foi ele ter nos perseguido durante 30km, só parando quando buscamos ajuda em um Cristino Castro – Pi, em um hotel que estavam desmontando a estrutura da festa de fim de ano. Com a ajuda de Deus, seguimos em frente, chegando em Teresina-Pi as 14h de 01/01/2015. Almoçamos e seguimos viagem. A pista desde Brasilia, Barreiras e o restante do Piauí, esta um tapete, em 95%, somente em alguns trechos, que há asfalto em malha e trincas. Chegamos em Parnaiba – Pi, do dia 01/01/2015 as 19h onde dormimos em uma pousada que aceita cachorros, mas logo pela manhã, após o café, saímos rumo a Luis Correia-Pi. onde fomos direto para a casa que tínhamos alugado – pela internet -. A casa que fica na praia de Maramar, era simples, mas bem cuidada. O retorno para Brasilia, foi por Petrolina – Pe e Juazeiro da Bahia, ficamos receosos de retornar pelo caminho anterior e encontrarmos o gay enrustido querendo nos pegar. Andamos mais um pouco – uns 400km – mas fizemos tranquilo, graças a Deus.

    Estamos planejando realizar uma viajem pela américa do sul. Saindo de Brasilia, sul do Brasil, entrando na Argentina – Buenos Aires – Patagônia – retornando pelo Chile, Santiago, atacama e entrando no Brasil pela Bolívia, mas isso será em uma Savana.

    • Olá, Nésio. Bem-vindo de volta. Adoramos seu relato. Trata-se de um percurso muito importante, a partir de Brasília, a respeito do qual estávamos totalmente desatualizados. A última experiência pessoal que temos dessa área é de 1985, na rota Brasília-Fortaleza.O roteiro era Barreiras-Ibotirama-Seabra-Rui Barbosa-Capim Grosso-Senhor do Bomfim-Juazeiro-Petrolina-Picos-Fortaleza. Essa rota hoje ainda está operacional (você voltou por ela), mas é extremamente perigosa, pois atravessa o chamado “Polígono da Maconha”. E, nessa situação, você nos traz essa excelente novidade, que é a rota Barreiras-Bom Jesus-Teresina, com alternativas para São Luís(MA) ou Fortaleza(CE). Com sua permissão, vou compilar as informações que você trouxe, as quais já chequei com um caminhoneiro amigo que mora em Utinga(BA) e percorre essa área, e produzir um novo post aqui no Blog, que será intitulado “Rodovias Brasileiras: Brasília-Teresina”. Só teremos o cuidado de advertir o pessoal sobre o hotel de Bom Jesus.
      Muito obrigado e um grande abraço.
      Abreu

      • Olá Abreu, boa noite, de fato a ida – se não fosse o imprevisto logo no primeiro dia de 2015 – as férias tinham sido 100%, mas…. a estrada Barreiras -BA > Bom Jesus-PI> Floriano-PI > Teresina-PI até chegar em Parnaiba -PI e depois Luis Correia-PI – nosso objetivo está 95% excelente.

        O ponto fraco dessa rota é a falta de policiamento rodoviário federal – PRF, por se tratar de um BR deveria ter – eu imagino – a cada 300 km um posto, mas não foi o que ocorreu. Só fomos encontrar PRF e até a estadual em Floriano, mais de 1.200km de distancia de Bom Jesus-PI local do problema como dono do hotel.

        Há um outro ponto negativo: Pela pista ser um tapete, isso é um convite à voar com o carro, mas, sempre tem um mas, deve-se tomar cuidado com os jumentos, bois, e outros animais da região ao longo da rodovia.

        Em alguns trechos há retas de 10 ou mais km. Em determinados momentos por exemplo eu comecei a marcar quantos carros nós cruzávamos na ida após Bom Jesus-PI, chegávamos a rodar vinte minutos sem aparecer carro algum. Não há sinal de celular, nem urubu voando na região.

        O retorno como falei foi pela outra perna depois de Teresina-PI entramos em Pernambuco passando em Petrolina (Rio São Francisco muito baixo, assoreamento em 30% da visão nossa no rio) e Juazeiro da Bahia. Vegetação bem verde, chovendo hora sim hora não ou era de manhã a chuva ou a tarde. Chegamos em uma cidade – não me lembro o nome – mas tem uma praça onde existe uma estatua de uma mulher cantora. pensei ser até a Clara Nunes, mas ela é mineira, não baiana.

        Chegamos em Brasilia dois dias depois eu vim dirigindo direto, pois minha esposa estava com dor de cabeça o tempo todo.

        Recomendo que em viagens de carro, se for levar cachorro, que busquem saber do dono do hotel se aceita cachorro. Nada de falar com o gerente, pois não serve de nada.

        E recomendo lavar a própria comida, bastante fruta, melão, banana, maça, abacate, pera, uva, etc. Pois as comidas das lanchonetes – até das mais arrumadas – posto rosário por exemplo – estão complicadas. Peguei infecção intestinal na volta quando paramos no rosário para abastecer.

        resolvi comer um quibe, e quase que morro ao chegar em casa. O que me salvou foi uma coca cola no meio do caminho.

        Moro no bandeirante 3ª avenida. Sempre saio para correr com meu cachorro – labrador branco -.

        Como disso pretendo comprar um savana e andar pela américa do sul (argentina: patagônia, Buenos Aires, Chile: Santiago, andes, e talvez colombia ou bolivia) vai depender do momento politico, social e econômico daquelas regiões.

        As vezes eu, minha esposa e o nosso filho peludo, vamos até Cavalcante – Go, 90km de Alto Paraiso – GO, passar algum feriado grande – desses que começa na quinta-.

        Em Cavalcante há um hotel fazenda chamado hotel fazenda veredas – eles tem um site- e la eles aceitam cachorros, o hotel tem lugar para dormir, tudo bem arrumado, limpo, sete cachoeiras, e mais um camping. Eu recomendo.

        Esse hotel fica distante da cidade de Cavalcante uns 5km por estrada de terra.

        recomendo ainda quem estiver com tempo, de ir visitar o quilombola fica do outro lado de Cavalcante – uns 30km de ida. dá pra ir de carro (dependendo do carro e do motorista) encarar passar por alguns riachos, e terreno pedregoso.

        Eu passei, mesmo meu carro sendo um pouco alto, resolvi encarar, mas dá pena do carro, por isso que pretendo ter uma savana justamente para esses momentos.

        Nesse quilombola só entra com um guia – que é pago-. e ai é andar até a principal cachoeira – dona marta – agua cristalina, de um azul muito bonito, onde você mergulha sem óculos de natação e ve tudo limpo, claro.

        recomendo.

        abs
        Nésio Oliveira Silva

        • Olá, Nésio. Bem-vindo de volta. Seu relato é fantástico e essas informações deveriam ser incorporadas no próprio blog. Você me autoriza a recortar e colar, sob a forma de um post no próprio corpo do blog¿ Acho que mais pessoas vão poder ver e utilizar essa sua riquíssima experiência. Fico no aguardo de sua autorização aqui mesmo.
          Forte abraço.
          Abreu

          • Olá Abreu, fique a vontade para fazer o que pretende, no que for lhe ajudar.

            abs
            Nésio

  10. bom dia, voltando só para dizer que a estrada ta boa de Brasilia ao Rio chamando atenção para os trechos em que há obras da Via 040 concessionária responsável pela rodovia. Estão duplicando em alguns trechos e em alguns trechos existem também desvio pois estão fazendo os guichês do pedágio no mais tudo tranquilo.

  11. bom dia Abreu,
    pretendo ir para o Rio de Janeiro no fim da semana, queria saber quais as recomendações e as condições da estrada. Fui a salvador no fim do ano e ja tinha vindo ao blog, ajudou demais e assim como fiz antes na volta pretendo contar tudo aqui.

  12. Olá Sr Abreu!
    Eu e meu marido estamos programando uma viagem de ida e volta de Brasília para o Rio de Janeiro, em um total de 12 dias. Talvez levemos nossos 2 cachorrinhos malteses a tiracolo. Ficaremos 2 dias no RJ, que já conhecemos. Os outros 10 dias queremos passear no percurso Brasília – Rio – Brasília, por isso vamos de carro. Você tem sugestões de cidades a serem visitadas nesse percurso? Obrigada e parabéns pelo site!

    • Olá, Luciana. Bem-vinda ao blog. A BR 040 é uma rota que liga Brasília ao Rio de Janeiro. Para algumas pessoas, é apenas isso: uma reta entre dois pontos. Mas para quem curte viajar de carro pelas estradas do Brasil, é um tesouro a ser explorado. Você, já a 100 km de Brasília, já pode admirar os cristais de quartzo oferecidos pelos vendedores em Cristalina, o Hotel Veredas de Paracatu,que, além de um café da manhã magnífico, abre alas para um passeio em torno da memória de Dona Beja e o Ciclo do Ouro. Em Três Marias, uma visita à represa do Velho Chico vale toda a pena. Em Paraopeba, cidade natal de minha diva Clara Nunes, você tem duas atrações: a entrada para Cordisburgo, cidade natal de Guimarães Rosa, o genial escritor de Grande Sertão: Veredas e sua imperdível Gruta de Maquiné, e a Linguiça da Bete, iguaria para se trazer para Brasília e ir degustando aos pouquinhos, com 2 minutos de microondas a cada pouquinho. Em Sete Lagoas, há diversas alternativas de passeios. Mas eu costumo me reservar o prazer de pernoitar no Solar do Engenho, a 10 km depois da cidade na própria BR 040. Rural, relaxante, lindo, seguro, maravilhoso. Entre Belo Horizonte e Juiz de Fora, há uma festa para se participar: Serra da Moeda, Lac des Villes, Lago dos Ingleses, Barbacena – a cidade das rosas – Congonhas e as obras do Aleijadinho, Tiradentes e São João Del Rei. E, ao chegar ao estado do Rio, Itaipava. É imperdoável conhecer-se o Brasil por rodovias sem conhecer Itaipava: desde a fondue do Capim Limão ao bacalhau do Parrô do Valentim, tudo é absolutamente indispensável para se ser feliz. E o resto, bem o resto é o Rio de Janeiro.
      Tenha uma boa viagem e dê notícias.
      Grande abraço.

  13. Boa tarde Sr. Abreu,

    Sr. Abreu,
    Primeiramente muito obrigada pelas informações e orientações, com certeza vão nos ajudar bastante.
    Assim que retornarmos darei notícias, aproveitando desejo um Feliz Natal e Próspero 2015, que Deus abençoe toda sua família.
    Cordialmente,

    Arminda e família.

  14. Boa Tarde Sr. Abreu,

    Eu, meu esposo e 2 filhos (8 e 2 anos) estão pretendendo ir para o RJ, especificamente para região dos lagos de carro, e estamos receosos e ansiosas, pois será nossa primeira experiência viajando de carro para uma longa distância, pois a nossa experiência em BR só foi até Caldas Novas/GO.
    Gostaria da sua opinião sobre a estrada e qual o melhor horário para sairmos de Brasília(Cruzeiro novo) e como está a estrada (se ainda está tendo muitas obras). Grata, Carvalho.

    • Olá, Arminda. Bem-vinda ao blog. Primeiro, relaxem. Viajar de carro é um prazer, uma das boas coisas da vida e apenas exige alguns cuidados, como qualquer outra atividade na vida. Ir a um cinema no shopping é algo agradável e sem riscos. No entanto, há alguns anos, um sujeito entrou no cinema com uma metralhadora e disparou contra a plateia. Eu tive uma colega de trabalho que morreu levando o filho para a creche e a rua era ao lado do aeroporto. Um monomotor fora de controle caiu sobre o carro dela.
      Isso significa que perigos há em todos os lugares, inclusive em nossa casa, em nossa cama. Como diria Guimarães Rosa, “viver é muito perigoso”. Agora, o que se vê nas rodovias brasileiras, são acidentes, com feridos e mortes, absolutamente evitáveis com um mínimo de prudência. As loucuras que as pessoas fazem nas estradas chegam perto da tendência ao suicídio. O que nós buscamos aqui no blog é levar as pessoas a refletirem, a agirem com prudência, juízo e bom senso.
      Às vezes, podemos parecer chatos. Mas repetimos: não viajem à noite, não bebam enquanto dirigem, não andem com pneus carecas ou amortecedores vencidos, não comam refeições pesadas no almoço, não andem mais de 1000/1100 km por dia, atenção com as crianças, não comam em restaurantes de beira de estradas, levem sanduíches feitos em casa, frutas, biscoitos, sucos e água, meio comprimido de Dramin para as crianças que vomitam em viagem, tenham sempre à mão óculos escuros e Halls preto, não deixem o tanque ficar abaixo da metade, parem de 250 em 250 km para alongamento e abastecimento.
      Então, Arminda, não há que ficar ansiosa, não. Tomados esses pequenos cuidados, os riscos das viagens voltam para as probabilidades naturais, ou seja, um raio pode cair sobre nós, um ataque cardíaco pode ocorrer no percurso. Mas isso é da vida. Comecei a viajar de carro em 1977. Já rodei a passeio quase 1.600 mil quilômetros. Nunca amassei um para-lamas, nunca me envolvi em um acidente. Sorte? Pode ser. Mas muita, muita prudência.
      Ora, se 72% dos acidentes fatais em nossas rodovias ocorrem entre as 20 horas e as 05 da manhã, por que razão viajar à noite? Se os amortecedores vencidos reduzem a eficácia dos freios e provocam capotagens nas curvas, por andar com amortecedores vencidos?
      Então, tranquilize-se. A estrada está boa, a partir de Paraopeba está toda duplicada até o Rio de Janeiro, o tráfego até Paraopeba é tranquilo – exceto o trecho de Brasília a Cristalina, que é pesado e exige paciência.
      E atenção especial na chegada ao Rio. Imagino que vocês vão entrar no km 129, à esquerda e subir para Magé, de forma a evitar o trânsito do Rio. Mas, se forem pela Ponte Rio-Niterói, também não é bicho de sete cabeças. E depois, é só alegria e a volta calma e segura, pelo mesmo caminho.
      Um grande abraço, uma boa viagem e dêem notícias.
      Abreu

      • Meu amigo, convide a patroa e a leve até fortaleza/ce pelo litoral, sem pressa, com certeza vcs. vão adorar, (pelo litoral) é show de bola.
        Mas vá de carro e aprecie.
        Abraços

  15. Grande Abreu,

    Tudo bem ? Aqui estou novamente, planejando uma outra viagem , dessa vez será um trecho bem menor, irei para BH.Pelo

    • Desculpe Abreu, apertei a tecla enter sem querer.Mas continuando, vi aqui nas informações atualizadas que as estradas para MG estão boas, mas desejo sua PRECIOSÍSSIMA e INDISPENSÁVEL opinião se posso ir pela BR-040 direto ou vou por Patos de Minas ? Agradeço novamente sua ajuda. ( Em outro momento te pedirei ajuda
      sobre orientações no Uruguai)
      LEMBRO – Saio do DF – Águas Claras
      Grande Abraço.

      • Olá, Emanuel. Bem-vindo ao blog. Para BH, é só BR040. Você vai pegá-la aí no Núcleo Bandeirante e só vai deixá-la no anel rodoviária da capital mineira. Lembre-se de que, em Cristalina, a BR 040 se bifurca: em frente ela continua BR 040 e vai para BH. À esquerda ela vai vira BR 050 e vai para Catalão-Uberlândia-São Paulo.
        Tenha uma boa viagem e dê notícias, OK?
        Abreu

  16. Olá Abreu, como vai?
    Retorno ao seu site para verificar com você informações sobre as condições das estradas de Brasília ao Rio de Janeiro…
    Você tem informações atualizadas sobre esse percurso?
    Alguns conhecidos nos relataram que há muita serra indo para o Rio e que o trecho é bem perigoso, isso procede?
    Desde já agradecida por tudo!
    Forte abraço!
    Candy.

  17. Abreu, bom dia!
    Estou planejando uma viagem ao Rio de Janeiro (saindo daqui de Brasília) em março de 2014, mais precisamente no carnaval.
    A estrada é muito perigosa? Ouvi diversas pessoas falando que não vale a pena ir de carro pela alta periculosidade da pista. Mas no seu texto parece que, em geral, ela não é assim tão preocupante (visto que sou de Mato Grosso do Sul).
    Você, que conhece a estrada, acha que vale a pena?
    Me desculpa a intromissão.
    Muito obrigada pelas dicas.

    • Olá, Yasmine. Bem-vinda ao blog. De fato, não vejo nenhum perigo na BR 040 que outras rodovias brasileiras não tenham. Viajar à noite, por exemplo, é um perigo enorme em qualquer de nossas estradas, ressalvadas algumas no estado de São Paulo. Viajo bastante e há muitos anos por esse trecho Brasília-Rio de Janeiro, sem registrar nada mais preocupante. São necessários alguns cuidados, característicos de qualquer viagem. Por exemplo, paciência na saída de Brasília até Cristalina e atenção na hora de sair do Rodoanel de Belo Horizonte. Tudo está sinalizado, mas é necessária atenção. Também é preciso bastante atenção na hora de entrar no Rio de Janeiro: a saída é a 124 B, à direita após passar a sede do jornal O Globo (que fica na esquerda da via). Deve-se evitar também a entrada no Rio nas tardes de domingo, durante ou ao final de partidas de futebol. E é só.
      Quanto a valer a pena, é muito subjetivo. Existem dois grupos de pessoas: um que gosta de chegar, outro que gosta de viajar de carro. Para o primeiro grupo, pegar um avião é muito mais rápido e confortável, com preço equivalente. Já para o segundo grupo, o renovar constante da paisagem, a dinâmica da estrada, as paradas em cidadezinhas simpáticas e o pernoite confortável não têm preço!
      Veja a que grupo você pertence e boa viagem!
      Abreu

      • Gostei da classificação dos grupos de pessoas. Faço parte do segundo grupo e às vezes curto mais a viagem do que o destino. Saí de Uberlândia em 12/12/14 e fui até Ilhéus-Ba (1.360KM), com pernoite em Salinas, com minha esposa e meu filho de 14 anos. Com alguns perrenques de estradas em obras, mesmo assim adoramos.
        Descobri o site por acaso, mas já está nos meus favoritos.

        Abraços

        • Olá, Denilson. Bem-vindo ao blog. Denilson, há muito tempo não temos informações atualizadas sobre esse roteiro. Você poderia dar mais detalhes? Como está o trecho Montes Claros-Salinas? Há muitos buracos? Onde você atravessou para Ilheus? Qual a sua rota para sair de Uberlândia e chegar ao trevo de Pirapatos? Qual a situação da estrada? Pegou muita chuva em após Salinas?
          Como diria o Datena -“Me ajuda aí, ô!”.
          Um grande abraço para você e a família.
          Abreu

          • Olá Abreu!
            Saímos de Uberlândia e seguimos pela BR 365 até Montes Claros com pista boa, exceto de Patos de Minas a Pirapora que estava em obras e pegamos um pouco de asfalto fresco( respingos no carro) obrigando a reduzir bastante a velocidade. De Montes Claros a Salinas está muito ruim; muitos buracos, mato cobrindo placas, 200km em 04 horas e meia; porém em 20/12 , quando voltamos já vimos operações tapa-buracos no trecho. Seguimos de Salinas até Vitória da Conquista – BA em pista boa, incluindo um trecho da BR 116 com um pedágio apenas. De Vitória da Conquista descemos sentido Itambé, depois Itapetinga, Itabuna e Ilhéus. Na Bahia passamos só por estradas boas. Muita chuva só na volta, de Candido Sales até Montes Claros, com muitos acidentes. Estou narrando a viagem e viajando de novo. Adoro as estradas. Sempre com prudência e fé em Deus.
            Abração,

          • Denilson – abusando de sua boa-vontade e paciênbcia -, no trecho da BR 116, que você informa estar pedagiado (com uma praça de pedágio) a pista está duplicada ou ainda é simples?
            Desculpe.
            Abreu

  18. olá, bom dia a todos, estou indo ao Rio de Janeiro (depois de uns 20 anos sem retornar lá). E realizando pesquisas sorbe pedágio, preço de combustivel e aslfato, observei na opinião da ultima postagem, que a pista está boa 90% entre BSB e Rio, correto? Retirando os trechos de perigo (excesso carretas etc). Mas observei que nesses trechos (tres marias e sete lagoas) melhorou em 80% a dirigibilidade ou segurança, isso confere? O meu blog se refere a viagens (principalmente a rota da emoção (MA,PI e CE). MA- São luis, Barreirinhas – lençois, PI – Parnaiba, Luis Correia (praia do atalaia, maramar, o sesc atalaia é show!) e CE- Jericoacoara.
    Eu e minha esposa fizemos esse percurso todo saindo de Nerópolis -GO dia 27/12/2011, subindo goiás e caindo em tocantins, pernoitando em Estreito. O final da viagem foi retornando dia 30 de janeiro de 2012, saindo de jericoacoara-CE, cortando o PI (chuva em 80% da viagem e um trecho sem asfalto – o asfalto derreteu com a chuva já proximo da divisa com a Bahia. Esse percurso ruim foi de aproximadamente 70km. Pernoitamos ainda no PI, chegando à Brasilia (nossa casa) no dia seguinte no final da tarde: 18h. Foram 4.178km rodados. media de refeição: R$ 100,00 ao dia, sabendo que pode ser menos ou mais, dependendo da pessoa. Passeios pelo delta do Parnaiba, e Delta das Américas (lençois) chegando ao Farol de Mandacarú. Isso tudo de barco (saindo do porto pelo rio preguiças). Sempre pela manhã e retornando ao final do dia. Não há foto que provoque a emoção ao vivo. abs

    • Olá, Nésio. Bem vindo ao blog. Estou chocado!Vocês são o bicho, cara. Eu estou planejando essa viagem desde maio de 2012. Já havia até acertado os contatos iniciais em Belém. Sairíamos de Brasília, Anápolis, BR 153 até Estreito, etc, etc. Mas meus companheiros de viagem optaram por viajar para o sul, Uruguai, Argentina, etc. Adoraria saber detalhes de sua viagem, principalmente, do estado da Belém-Brasília. A Jericoacoara já fomos, mas estamos nos devendo Luís Correia. Conhececemos o delta do Parnaiba, também, só que de avião, o que é uma droga.
      Depois eu volto. Um abraço e meus respeitos a um velho lobo das estradas.
      Abreu

      • Olá Abreu, este final de ano estou querendo fazer mais um trecho da pernada pelo nordeste. Fiz todos os calculos (com base no anterior) acrescentando alguns pontos. Tracei quatro cenarios – tres de carro na ida e volta e um de avião ida e retorno de carro.
        o 1º cenario: saindo de Brasilia e subindo para Luis correia – PI, percorrendo as capitais do nordeste, ficando tres dias e cada uma, perfazendo um total de 21 dias na estrada.
        o segundo cenario seria: brasilia > jeri > e todas as capitais do nordeste.
        treceiro cenario: brasilia > fortaleza > e todas as capitais do nordeste.
        quarto cenario: brasilia (avião) fortaleza. o carro vai na cegonha. e o restante no carro que estariamos esperando chegar em fotaleza. tudo isso levando em conta uns cinco dias em cada local e gastando 100,00 de alimentação em media.

  19. Boa noite, Abreu. Encontrei seu blog e achei muito interessante. Eu, meu marido e meu filho de 5 anos estamos querendo ir para aracaju em JANEIRO/2012. Tínhamos traçado a rota por Correntina, mas vi no seu blog um outro caminho. Na dúvida, quero saber qual o melhor caminho para Aracaju? E de Brasília (estamos em Sobradinho) para lá, onde é melhor dormir, sendo que queremos sair umas 5 da manhã para aproveitarmos o dia para dirigir? Att, Ruth.

    • Oi, Ruth, bem vinda ao blog.
      Realmente, a rota por Correntina foi uma das grandes alternativas que tivemos no passado, quando os diversos governos, a partir de 1989, deixaram a rota por Barreiras se deteriorar. Hoje a situação se inverteu. Leve seu marido e o filhão pelo roteiro BR020-BR242-BR324-Linha Verde e vocês terão uma excelente viagem para Aracaju. Comam alguns caranguejos e tomem por mim uma cerveja no Cariri, na Passarela do Caranguejo, quando estiverem por lá.
      Nós não recomendamos a ninguém viajar à noite. E sair de Brasília às 5 da matina ainda é noite. Como a pista é duplicada até Formosa e o perigo é menor, vamos negociar? Vocês saem às 5h30min e não se fala mais nisso! Quando vocês entrarem na pista simples, em Formosa, o sol já terá nascido e a viagem será mais segura.
      Todas as nossas recomendações estão nos posts do blog, particularmente no post “Rodovias Brasileiras:Brasília-Salvador” e “Rodovias Brasileiras:Brasília-Salvador-Natal”. Não deixe de ler os comentários. Há muita gente boa participando e trazendo informações novas, todos com a intenção de ajudar e garantir ida e volta tranquilas e seguras.
      Saindo a essa hora de Sobradinho, vocês terminarão o dia em Lençóis. Não inventem de ir mais longe: não vale a pena. Durmam lá, e no dia seguinte, rodando cerca de 950 km, vocês estarão em Aracaju.
      Mantenham-se ligados no blog. No momento, estou em Brasília. E o meu reveillon é comemorado aqui, na roça (km 33 da BR-20, entrada para Alto Paraiso. E nesse meio tempo devo retornar a Salvador, para um compromisso que me tomará uns 20 ou 30 dias. Isso significa que, quando vocês viajarem, eu já terei ido e voltado – com notícas quentinhas sobre o percurso.
      Um forte abraço.
      Abreu8

  20. Olá Edimar,
    Estou indo para o Rio de Janeiro esta semana, e gostaria de saber quanto custa em média o pernoite em Barbacena.
    Obrigada.

    • Cara Marina, bem-vinda ao blog.
      Normalmente, pernoitamos em Barbacena no Hotel Sesc Grogotó ou no Parque da Mantiqueira. Os preços para diária de casal, com café da manhã, variam entre R$ 130-160 (Sesc) e R$ 90-120, a depender do dia da semana e da época do ano.
      Dado o estado das estradas de Minas, em decorrência das fortes chuvas que têm caído por lá, cancelamos a hipótese de ir ao Rio de automóvel, no momento. Tivemos muitos dissabores nesta época, no ano passado. Este ano, a coisa está pior, sem contar com o trecho da serra de Petrópolis.
      Se você resolvida a ir mesmo, leve com você uma overdose de cuidado, prudência e cautela.
      Forte abraço.
      Abreu

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