SÍTIOS E SOLUÇÕES: Cães de guarda no sítio

                                                                                                                                                   14.02.2016

SUAS FERAS DO LADO DE DENTRO DA CERCA DE ARAME FARPADO

(O espaço para comentários a esta matéria encontra-se ao final dela, após o último dos comentários).

Iniciamos a guerra contra a violência e a insegurança em 1998, após a invasão e furto em nossa casa sede, imediatamente após a obra de construção da churrasqueira. Até hoje estamos seguros de que um dos profissionais responsáveis pela obra executou ou coordenou a invasão. Ainda estávamos na ativa e só vínhamos à roça nos fins de semana.

A partir daquele incidente, decidimos não nos deixar apanhar desprevenidos. Ampliamos a utilização da energia alternativa via painéis solares (fotovoltaicos), instalamos sistema triplo de alarme, conseguimos fazer funcionar celular e modem (aqui não há sinal de nenhuma operadora), montamos circuito fechado com câmaras controlando toda a propriedade, cujas imagens estão disponíveis na internet (é muito divertido estar em Florianópolis e, ao  ver sua secretária lavando a varanda, ligar e pedir para ela não molhar o São Francisco de Assis em cedro que trouxemos da Praia do Forte).

Adotamos também regras rígidas de segurança: ninguém entra na nossa casa para prestar serviço. Nós fazemos tudo. Quando não der, trazemos os caras e explicamos (“Olhe, meu filho, aquela câmara ali no portão já fotografou você e já mandou para o meu provedor na internet”).

A principal medida foram os cães. Quando fomos roubados, tínhamos um casal de cães – pointer inglês – que são cães de caça e não de guarda. Além disso, ambos se encontravam presos no canil, ele doente e ela recém-parida. Decidimos que não seriam dois, mas muitos, vários, uma matilha.  Neste preciso momento em que escrevemos esse texto, a população canina da Chácara Macurani, nossa roça, é de exatamente 17 cães. Resultado: há doze anos que ninguém, absolutamente nenhum ladrão, se aventura por esses seis hectares de paz.

E ai vem o drama: como conter esse mundo de cães dentro da propriedade? Todos foram filhotes criados dentro de nossa banheira e dormindo conosco até 90 dias. Uns são pequenos e extremamente atentos e vigilantes, outros nove, de porte médio – todos negros – adoram se locomover no escuro sem serem vistos. Alguns  são gigantes, de mais de 70 quilos, capazes de derrubar um homem com uma simples trombada.

Pela estrada em frente à roça, além de pessoas de bem e ladrões mapeando a área, passam crianças e adolescentes em busca da escola rural que atende toda a região, o que nos trouxe a preocupação de impedirmos a saída da matilha para essa estrada. Aumentamos o número de fios da cerca de arame farpado de 6 para 8  e depois para 10 e, enfim para 12.

Não adiantou, porque as crianças passam normalmente provocando os cães, gritando e jogando pedras. Tivemos de mantê-los presos durante o dia e soltá-los apenas à noite.

Ocorre que um vizinho criava aves ornamentais. Sabe essas coisinhas assim, tipo Marrecos de Pequim, Pavões Reais, Faisões e por aí vai? Pois é. Uma madrugada, minha matilha pulou a cerca de 12 fios de arame farpado e destruiu todos os seres vivos que estavam no viveiro do vizinho. De quanto foi o prejuízo? US$ 1200,00, claro!

Colocamos tela de galinheiro em todo o perímetro. Bobagem: algumas raças de cães são especialistas em mastigar e reduzir a pó aqueles nós da tela de galinheiro.

Chegamos com artilharia pesada: tela de porco, tela de mangueirão, fio 16. Baixa demais (um metro de altura). Fuga da matilha, terror na vizinhança e novo ataque ao recomposto plantel de aves exóticas do vizinho. Como as aves substitutas não estavam ainda adultas, o prejuízo foi menor: US$ 1.000,00.

Mais uma tela de porco, elevando a altura para 2 metros (isso sem tirar a tela de galinheiro, de 1,80m de altura).

Aí, o ataque pela retaguarda: nossas três vacas Jersey, P.O (puras de origem), registradas, pariram ao mesmo tempo. E a matilha caiu matando em cima das crias. Não sobrou uma só.

E tome as galinhas caipiras presas no galinheiro, alimentadas a pão-de-ló, quando poderiam ser soltas para pastar e comer os bichinhos que habitam o bioma.

Novo ataque às aves exóticas, no valor de US$ 500,00.

E agora?

Decidimos chamar o veterinário e pagar para sacrificar 13 deles, deixando apenas 4, que passariam a ficar presos em correntes.

Meu filho mais novo revolta-se com a possibilidade da carnificina. Propõe doarmos nossos 13 cães adultos, teoricamente assassinos acostumados a sangue, para os quais as chances de adoção são as mesmas de um adolescente infrator negro de 15 anos.

Talvez, em termos de “Sítios e Soluções”, tenha sido o maior desafio que tenhamos enfrentado: nossa segurança x segurança dos passantes x sobrevivência dos cães.  E RESOLVEMOS!

Meu filho mais novo esbravejando que seria um absurdo, minha esposa absolutamente consternada pela falta de soluções, o veterinário ao alcance de uma chamada  telefônica, os estudantes passando pela frente da roça em direção à escola gritando e jogando pedras, o vizinho desistindo de criar aves exóticas. Foi nesse quadro de angústia que meu filho mais novo propôs uma solução:  contenção eletrônica.

Meu filho mais velho adorou a idéia e voltou, uma semana depois, com uma caixinha quadrada de aproximadamente  10 centímetros de lado,  algumas coleiras vermelhas, que continham um pequeno cubo preto e uma pergunta: “Qual o perímetro da roça?”. Resposta: “Exatamente mil metros, filho”. –“Então precisamos de 1.000 metros de fio.”

Providenciamos. O sistema é mais ou menos assim: a caixinha de 10 cm x 10 cm é ligada na energia, através de uma fonte de 12 volts CA (corrente alternada e não contínua!). De um lado da caixinha, sai o início do fio que dá a volta a toda a propriedade, acompanhando a cerca física, e retorna para um contato do outro lado da caixinha.

Os cães mais complicados passaram a usar aquela coleirinha vermelha com o cubo preto. E aí acontece a mágica: quando eles se aproximam da cerca, a  dois metros dela começam a ouvir um som, que vai aumentando até perturbar seus sensíveis ouvidos. Se insistem, a partir de 1,5 metros da cerca começam a receber choques elétricos, de intensidade crescente, até o insuportável, que ocorre a aproximadamente 40 cm da cerca (ou seja, do tal fio que vem da caixinha de 10 x 10).

O equipamento vem com algumas dezenas de bandeirinhas brancas, que a gente coloca a 2 metros da cerca, a intervalos de 10 ou 15 metros. Como os cães associam as bandeirinhas ao som crescente e aos choques, rapidamente aprendem que não devem ultrapassar o limite das bandeirinhas e se mantêm a uma distância razoável da cerca, mesmo que passem outros cães, estudantes provocadores ou ladrões explorando a área.

O sistema permite também fazerem-se derivações. O que é isso? Por exemplo, você tem um galinheiro no centro do terreno e quer protegê-lo? É possível levar o fio da cerca até lá e cercar o galinheiro, de tal modo que, no caminho o fio não funcione, o que permite aos cães andarem por todo o sítio, mas não entrarem no galinheiro.

Nossa casa sede é avarandada e ali recebemos nossas visitas. Anteriormente, duas opções: ou prendíamos os cachorros no canil, desprotegendo a roça, ou, se as visitas eram pessoas da família, tínhamos de dividir o espaço da varanda e o churrasco com aquela matilha enorme. ACABOU!

Assim como fizemos com o galinheiro e com o pastinho onde ficam os bezerros, isolamos a área da varanda perto da churrasqueira. É claro que eles ficam lá longe babando e sonhando com as costeletas e picanhas, mas tudo ficou mais racional e confortável.

Quando vou dar minha volta diária na roça, cerca de oito ou dez deles eles sempre me acompanham. Os demais se dividem na vigilância da estrada, da casa principal e da casa do caseiro.

Olhando para eles, saltitando aos montes sobre minhas calças limpas,  sinto que eles me dizem:      -“Pô, Pai, aí, com tanta tecnologia disponível para resolver o problema, você só pensou em passar o cerol ni nóis, aí. Injeção letal? Qual é? Seja mais criativo da próxima vez!”.

(Edimar Rodrigues de Abreu – 14.02.2012)

UMA LUZ NO FIM DO MATO

Pois é: ficamos quase oito meses lutando contra os hackers que tomaram conta do programa em que o nosso blog roda. Foram semanas e semanas de uma luta surda – e cega, pois a gente não sabe contra quem está lutando. 

Os caras têm um prazer infantil de impedir o funcionamento do trabalho das outras pessoas. Se fôssemos um blog com objetivo comercial, político, ideológico, religioso, estético, filosófico ou carnavalesco seria até compreensível. 

Mas não somos nada disso. Apenas temos uma satisfação relevante  em poder ajudar alguns brasileiros que gostam de coisas de que nós também gostamos. Assim, este blog comenta livros (“Vale a Pena Ler”), discute experiências no sítio (“Sitios e Soluções”), relata e difunde nossas experiências atuais e passadas com o estado de conservação das diversas estradas brasileiras que percorremos anualmente (“Rodovias Brasileiras”), entre outros temas. 

E mesmo assim, os caras tem o maior carinho em produzir virus e malwares para impedir o funcionamento do blog, seja bloqueando nossa capacidade de editá-lo e responder aos comentários, seja impedindo o acesso de companheiros que nos procuram em busca de soluções.

   Mas vamos deixar de choramingas: conseguimos uma pequena janela para trabalhar e não vamos perder tempo. Vamos colocar as mãos à obra de novo!

   Um forte abraço.

    Edimar Rodrigues de Abreu – 26.05.2012

ATAQUE DE HACKERS/CRACKERS: TUDO LIMPO NO BLOG

 

    Com mil desculpas a todos os nossos frequentadores, particularmente aos assíduos companheiros de infortúnio que aqui assinam ponto na seção “Sítios e Soluções”, em especial no post “Poço Artesiano de Água Suja”, bem como aos nossos caríssimos sputniks (companheiros de viagem) da Seção “Rodovias Brasileiras”, destacadamente do post “Brasília-Salvador”, temos a alegria  de comunicar o fim dos ataques de piratas que infernizaram nossa vida nos últimos onze meses.

    Conseguimos obter a solução técnica adequada (antivírus não resolvem) e a partir de ontem nosso site e nosso blog estão livres daquele pesadelo.

    Agradecemos a todos que persistiram conosco, acompanhando e torcendo para que tivéssemos sucesso nas tentativas de nos mantermos no ar. Um obrigado especial àqueles que, por e-mail ou telefone, nos avisavam: “não está dando para entrar, mas estamos acompanhando”; “na hora que abrir, eu entro”; “negociem com as caras, mas não saiam do ar”; “consegui entrar, mas o blog ainda não está cem por cento”.

   

   Em novo post nesse blog (www.expressaodaliberdade.com.br) , na seção Sítios e Soluções:  Blog Sob Ataque de Hackers,  estamos contando como foi a história e como conseguimos sobreviver.

Um fraternal abraço.

Abreu – 05.06.2012.  

 

 

19 comentários em “SÍTIOS E SOLUÇÕES: Cães de guarda no sítio

  1. Hehehe

    Muito linda a sua resposta. É isso mesmo o que pensamos aqui…
    Ouvimos muitas críticas quando viemos para cá… Do tipo “você é muito jovem para viver aí”, “você estudou tanto, que desperdício”…
    Muitas pessoas veem a vida no campo como um atraso… Não conseguem se desapegar das coisas, querem sempre mais e mais e se esquecem de viver para “ter”.
    E no final de suas vidas, lamentam…
    Nos faz tanto bem observar, sentir… As árvores, bichos, céu, sol, lua, estrelas… Tudo nos deixa mais leves e satisfeitos. Pois, na minha opinião, um dos maiores problemas das pessoas é a insatisfação… Quanto mais tem mais querem ter… E, aqui, onde não tem “nada” tem tudo o que precisamos para uma vida mais feliz.
    Ah! Nossos ipês ficaram tão lindos… Alegria gratuita, e só de observar… Hehehe

    Abraços para vocês e felicidades!

  2. Olá!
    Vou comentar neste post, que é o segundo que leio, o primeiro foi aquele sobre o poço de aguá suja. Hilário! (Trágico, cômico e bem sucedido. Hehe)
    Meu marido e eu decidimos, há pouco mais de um ano, vir morar na “roça”. Não quero encompridar de mais o comentário, a história é longa. Mas, ao ler os seus dois textos, fiz uma retrospectiva do tempo que ja vivemos aqui. Que aventura! O lugar estava (e ainda falta bastante para arrumarmos) meio abandonado… Viemos sem nada para cá, saimos do “conforto” de nossas vidas urbanas para realizarmos o sonho de vivermos, finalmente, juntinhos… No meio do mato! Quantas supresas tivemos! Agora já estamos um tantinho só mais conhecedores de como é a vida no campo… E que delícia é… “Apesar dos pesares”, não temos dúvidas de que escolhemos bem esse novo caminho… É um sonho que a cada dia que passa vai se tornando realidade.
    Li pouco, mas já adorei o blog.
    Obrigada pela contribuição à construção do meu ser.

    Felicidades a todos!
    Um abraço!

    Aline

    • Olá, Aline. Bem=vinda ao blog. Essa sua mensagem é uma delícia de estímulo para nós, que só temos o único e exclusivo objetivo de ajudar as pessoas a descobrirem as coisas que nós também descobrimos por aqui. Algumas vezes a vida nos tem imposto algumas encruzilhadas, em que as hipóteses de solução poderiam ser sair do mato e voltar para a cidade. Mas o “bom senso” acaba prevalecendo e a cada dia mais se consolida uma certeza: a qualidade de vida mora aqui, na roça, no voo dos pássaros, do barulho do vento nas árvores, na galinha desfilando com seus pintinhos, no bezerrinho que acaba de nascer, na cantiga do riacho, no brotar da orquídea que penduramos na árvore, na explosão dos ipês amarelos, no espetáculo do nascer e do pôr-do-sol, nas conversas com o caseiro, no churrasco feito por nós mesmos, nos cães que aqui vivem e protegem a propriedade. Enfim, temos na roça um supermercado repleto de pequenas felicidades, que podem ser colhidas, colocadas no carrinho e curtidas sem precisar de passar pelo caixa! Bem-vinda ao clube, Aline!
      Um abração.
      Abreu
      P.S.: nosso site, onde você encontrou esse e o outro post, fica em “www.expressaodaliberdade.com.br”.

  3. Abreu, por favor, poderia passar-me a marca/modelo do sistema de contenção eletrônica para cães que vocês usam?
    Vivenciamos exatamente a situação de vocês, com a fuga de nossos cães (apesar de cercado com arame farpado, tela de porco e bambus na vertical)…
    Recentemente nossa cachorra Dori de 11 anos, que fica no sítio, foi atropelada na estrada e morreu :-(
    Ajude-nos com sua dica, por favor…

  4. Abreu, por favor, poderia me passar a marca do sistema de contenção eletrônica para cães?
    Vivenciamos exatamente a situação de vocês com a fuga de nossos cães. Recentemente nossa cachorra no Sitio, de 11 anos , foi atropelada na estrada e morreu … :-( Aude-nos com sua dica, porfavor…

  5. Abreu, por favor, poderia me passar a marca do sistema de contenção eletrônica para cães?
    Vivenciamos exatamente a situação de vocês com a fuga de nossos cães. Recentemente nossa cachorra no Sitio, de 11 anos , foi atropelada na estrada e morreu … :-) Ajude-nos com sua dica, porfavor…

  6. Oi, Abreu!
    Passando pra dizer que já coloquei o tal Phoslan no poço e estamos observando pra ver o que vai acontecer.
    No mais, queria dizer que eu simplesmente adoro o blog.
    Como é bom encontrar gente do bem!!!!
    Abraços à você e família.

    • Olá, Sueli. Experimente, teste, avalie, recomece, experimente, teste, avalie. Mas, acima de tudo, conte-me tudo, não me esconda nada!
      Um abração.

      Abreu

  7. Bom dia! Em primeiro lugar gostaria de parabenizar ao Sr. Abreu pela facilidade da leitura de suas palavras. E também agradecer por compartilhar a solução sobre como conter os cães. Estou na mesma situação do Sr. Luiz e aguardo a resposta de onde conseguir esse equipamento. Muito obrigada. Um grande abraço. Maria Paula

    • Olá, Maria Paula. Bem-vinda ao blog. Só agora, com seu comentário, descobri que o Luiz está “pendurado” desde de outubro de 2013, sem uma resposta de minha parte. Como consta do post, Maria, a solução foi construída por meu filho mais velho, Breno. Trata-se de uma empresa americana, parece-me do Texas. Vou repassar seu comentário para ele, que irá entrar em contato com você por e-mail.
      Um forte abraço.
      Abreu

  8. Abreu com o mesmo problema com meus cães. A minha chácara é em área rural. A propriedade é cercada com tela de 1,5 m mas mesmo assim os cães ou escalam e pulam para fora ou cavam buracos por debaixo da cerca e saem. São 4 cães uma cadela boxer, uma cadela e um cão weimaraner, e um cão mestiço de weimaraner com boxer. Gostaria de saber o nome do equipamento que vc utiliza e o fabricante para eu comprar. O perímetro de minha área é de 400 metros.
    Agradeço desde já a gentileza de me informar. No mercado existem muitos tipos e pesquisando não consegui identificar nenhum semelhante ao que vc relatou.

    Cordialmente,

    Augusto

    • Olá, Augusto. Bem-vindo ao blog. Para ser sincero, eu não tenha o mínima ideia onde o meu filho Breno compra isso. Ele é um executivo de uma multinacional na área de fármacos e vive viajando para a Índia, Dubai, etc. Você quer que eu peça a ele para te dar um orçamento? Se você quiser, precisamos acertar antes qual o tamanho da sua área. No primeiro comentário, você falou em 10 mil m2 e, no segundo, em 400 metros. A minha área é de 60 mil m2 e a coisa funciona MUITO bem.
      Um abraço.
      Abreu

    • Olá, Luiz. Bem-vindo ao blog. Para ajudar você, seria interessante saber algumas coisas. Por exemplo, você está em área urbana ou rural? A propriedade é murada, telada ou cercada? Quantos cães você tem? Quais as raças?
      Por que isso? É porque nós não acreditamos que a solução que encontramos aqui funcionem em todos os casos.
      Aguardamos seu retorno.
      Um grande abraço.
      Abreu

  9. Bom dia Abreu e Ivanizes, podem ter certeza que já li e reli todas as materias que vocês postaram, algumas mais de uma vez, e em todas sempre encontro algo de muito proveitoso. Obrigada pela atenção e abraços.

  10. Bom dia Família Abreu! Que satisfação o retorno de vocês. Estou quase me aposentando, faltam poucos meses, quem sabe numa viagem, por esse nosso país fantástico a gente se encontre, troque impressões e experiências sobre o maravilhoso e nem sempre bem compreendido jeito de vivermos. Ah, e por favor me desculpem algum erro ortográfico.
    Abraços e felicidades!

    • Bom dia Helena. A propósito de sua iminente aposentadoria e seus planos de viagem, permita-me dizer que eu e a Ivanizes (esposa há 38 anos e navegadora há 35) temos outra paixão além da roça: viajar pelas estradas brasileiras. Já temos quase 1.500.000 (um milhão e quinhentos mil) quilômetros rodados nas férias e depois da aposentadoria por estradas deste país. As matérias sobre a roça está na seção “Sítios e Soluções” do nosso blog http://www.expressaodaliberdade.com.br, onde também se encontra a seção “Rodovias Brasileiras”, que narra nossas experiências em viagens de carro e procura ajudar os brasileiros (nova classe média), que compraram seu primeiro carro, a viajarem em segurança por essas rodovias que conhecemos tão bem.
      Agora mesmo estamos em Salvador, em um flat que temos aqui na Barra. Mas a saudade da roça lá em Brasília é muito grande.
      Dê uma olhada por lá (www.expressaodaliberdade.com.br/Rodovias Brasileiras), não só nos nossos posts como nos comentários de nossos companheiros de viagem. E comece a planejar suas viagens de aposentada!
      Um grande e fraternal abraço.
      Abreu e Ivanizes

  11. Parabéns pessoal!!!!! Gostaria de poder dizer algo que expressasse toda minha admiração. Assim como vocês também adquiri a minha “roça” e no momento passo pelos problemas de água suja e cachorrada atacando o galinheiro do vizinho. Encontrei informações valiosas e fico feliz em encontrar pessoas que valorizem a natureza, dispostas a ajudar, e de bem com a vida. Abraços, muita persistência e obrigada pela ajuda.

    • Oi, Helena. Você nem imagina o bem que você fez ao blog. Neste momento, o meu hospedeiro diz que mais de 600 pessoas acessaram o site nos últimos 5 dias – mas só você voltou. Véio, isso é muito estimulante. Obrigado Helena!
      Abreu

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