define('DISALLOW_FILE_EDIT', true); define('DISALLOW_FILE_MODS', true);{"id":1287,"date":"2018-11-12T21:15:48","date_gmt":"2018-11-13T00:15:48","guid":{"rendered":"https:\/\/www.expressaodaliberdade.com.br\/?p=1287"},"modified":"2018-11-13T18:12:05","modified_gmt":"2018-11-13T21:12:05","slug":"brasilia-lencois-maranhenses-luis-correia-jericoacoara-de-moto","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.expressaodaliberdade.com.br\/?p=1287","title":{"rendered":"BRAS\u00cdLIA-LEN\u00c7\u00d3IS MARANHENSES-LU\u00cdS CORREIA-JERICOACOARA DE MOTO"},"content":{"rendered":"

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BRAS\u00cdLIA-LEN\u00c7\u00d3IS MARANHENSES-LU\u00cdS CORREIA (PI)-JERICOACOARA (CE) DE MOTO<\/u><\/em><\/span><\/strong><\/span><\/p>\n

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O grande escritor liban\u00eas Gibran Khalil Gibran, em sua obra \u201cO Profeta\u201d, resume a rela\u00e7\u00e3o pai-filho: \u201cVossos filhos n\u00e3o s\u00e3o vossos filhos. S\u00e3o filhos da \u00e2nsia da vida por si mesma. V\u00eam atrav\u00e9s de v\u00f3s, mas n\u00e3o de v\u00f3s. Vivem convosco, mas n\u00e3o vos pertencem\u201d.<\/strong><\/span><\/p>\n

Lembrei-me muito dele quando, h\u00e1 cerca de 40 dias, meu filho mais novo, D\u00eanis, aqui na ro\u00e7a, acionou a m\u00e3e e minha navegadora (Ivanizes) para ajud\u00e1-lo a planejar uma viagem. Queria ir de Bras\u00edlia aos Len\u00e7\u00f3is Maranhenses, em seguida a Lu\u00eds Correia, no delta do Parna\u00edba, e, depois, chegar a Jericoacoara, no Cear\u00e1. <\/strong><\/span><\/p>\n

Sentamo-nos \u00e0 mesa para discutir. Pelas orienta\u00e7\u00f5es deste blog, o caminho correto seria o descrito em nosso post \u201cBras\u00edlia-Teresina-Fortaleza de carro\u201d, publicado em nosso site www.expressaodaliberdade.com.br<\/a>, na aba \u201cRodovias Brasileiras\u201d.<\/strong><\/span><\/p>\n

Mas, nesse momento, o D\u00eanis coloca um complicador: quer voltar pela rota recomendada por n\u00f3s, mas quer ir pela Bel\u00e9m-Bras\u00edlia (BR 153).<\/strong><\/span><\/p>\n

E mais dois complicadores: queria ir S\u00d3. E de MOTOCICLETA. <\/strong><\/span><\/p>\n

\u201cFilho, v\u00e1 de carro\u201d. \u201cFilho, v\u00e1 por Barreiras\u201d. Filho, j\u00e1 que \u00e9 de moto, v\u00e1 com algum grupo\u201d. E o Gibran Khalil Gibran nos respondia: – \u201cVossos filhos n\u00e3o s\u00e3o vossos filhos\u2026.<\/strong><\/span><\/p>\n

E, em pouco tempo, o plano estava pronto. A ideia era sair de Bras\u00edlia pela BR 70 e pegar a Bel\u00e9m-Bras\u00edlia na altura de Urua\u00e7u, subir em dire\u00e7\u00e3o ao Tocantins e ao Par\u00e1 e, de l\u00e1, chegar a Barreirinhas (MA), portal dos Len\u00e7\u00f3is Maranhenses. <\/strong><\/span><\/p>\n

Seguindo recomenda\u00e7\u00f5es do pr\u00f3prio D\u00eanis (viagens de moto n\u00e3o podem nem devem superar 500 km por dia), Ivanizes projetou o primeio pernoite em Gurupi (TO), a 596 km da Capital Federal. <\/strong><\/span><\/p>\n

Partiu \u00e0s 10h30min, 40 minutos antes de eu chegar ao aeroporto de Bras\u00edlia, de uma viagem a\u00e9rea, no dia anterior, a Salvador. Eu deveria ir \u00e0 casa dele, apanhar os seus tr\u00eas c\u00e3es (um shitzu-Azzaro, um Pug-Bud e um chihuahua-Fred) e lev\u00e1-los para a ro\u00e7a.<\/strong><\/span><\/p>\n

Acontece que, ao estacionar meu carro no aeroporto, na ida, descobri que havia deixado a chave da casa do D\u00eanis na ro\u00e7a. Liguei para ele, explicando o problema, e ele se comprometeu a deixa uma c\u00f3pia da chave de sua casa em nosso apartamento no Plano Piloto de Bras\u00edlia, que eu pegaria, iria at\u00e9 sua casa e recolheria a matilha. <\/strong><\/span><\/p>\n

No dia seguinte, descobrimos que, se algumas coisas t\u00eam 1% de chance de dar errado, elas dar\u00e3o errado (Lei de Murphy). O D\u00eanis se esqueceu de deixar a c\u00f3pia da chave no nosso apartamento no Plano Piloto. Segundo, para a jornada de 596 km at\u00e9 Gurupi, teve um monte de problemas e s\u00f3 conseguiu partir \u00e0s 10h30min. Viajou quase 100 km para descobrir, em Padre Bernardo, que havia apanhado o capacete errado: era menor do que o correto e a press\u00e3o come\u00e7ou a marcar o per\u00edmetro craniano de uma forma insuport\u00e1vel. Voltou para Bras\u00edlia para buscar o capacete correto. Nesse momento, eu estava desembarcando no aeroporto de Bras\u00edlia. Mas n\u00e3o nos comunicamos. Eu poderia ter ido \u00e0 casa dele, com ele l\u00e1, e pegar os c\u00e3es. N\u00e3o aconteceu. <\/strong><\/span><\/p>\n

Fui para a ro\u00e7a \u2013 70 km para ir e 70 para voltar \u2013 peguei os c\u00e3es e voltei. Nesse momento, ele j\u00e1 estava na Bel\u00e9m-Bras\u00edlia, lutando para chegar a Gurupi antes da noite. A 30 km de Porangatu, a Bel\u00e9m-Bras\u00edlia vira um @#$%&*, segundo ele. Apesar disso, consegue chegar, jantar e tomar a sagrada cervejinha no hotel.<\/strong><\/span><\/p>\n

Primeira foto da viagem, Gurupi:<\/strong><\/span><\/p>\n

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Dormiu em Gurupi, gostou da cidade e da estrutura hoteleira. No dia seguinte, retomou a viagem \u00e0s 09h30min, com destino a Porto Franco. O detalhe ficou por conta do port\u00e3o autom\u00e1tico do estacionamento, cujo trilho quebrou dentro da m\u00e1quina. E os h\u00f3spedes ficaram quase duas horas sem poder entrar, nem sair. Parou em Para\u00edso do Tocantins \u00e0s 11h30min, para abastecer e analisar o trecho anterior. A s\u00edntese: se algu\u00e9m chega a Gurupi e ficar tentado a continuar a viagem, esque\u00e7a: o trecho est\u00e1 em obras e n\u00e3o h\u00e1 sinaliza\u00e7\u00e3o horizontal. At\u00e9 Alian\u00e7a do Tocantins a estrada \u00e9 boa. A partir da\u00ed, at\u00e9 Para\u00edso do Tocantins, a estrada \u00e9 intermitente, oras boa, ora ruim. Mas sempre sem sinaliza\u00e7\u00e3o horizontal. Posto de combust\u00edvel, s\u00f3 nas cidades. N\u00e3o h\u00e1 postos nos intervalos, exceto alguns muito ruins, pouco confi\u00e1veis. H\u00e1 postos em Alian\u00e7a, em Crix\u00e1s, em Santa Rita e em Para\u00edso, onde ele parou para abastecer (176 km de Gurupi). Assim, entre Gurupi e Para\u00edso do Tocantins, n\u00e3o se devem esperar grandes postos de combust\u00edvel e lojas de conveni\u00eancias, bons hot\u00e9is nem grandes rodovias. J\u00e1 a cidade de Para\u00edso \u201c\u00e9 uma gracinha, com um com\u00e9rcio bem estruturado, bons hot\u00e9is e bons restaurantes\u201d. <\/strong><\/span><\/p>\n

P\u00e9 na estada, uma hora parado por interrup\u00e7\u00e3o da rodovia em Aragua\u00edna, por um acidente. A leitura continua: estrada ora boa, ora em obras, ora interrompida, sem sinaliza\u00e7\u00e3o horizontal. Registra que, 54 km ap\u00f3s Aragua\u00edna, a rodovia BR 153 deixa de ser a \u201cBel\u00e9m-Bras\u00edlia\u201d e vira \u00e0 esquerda, na cidade de Wanderl\u00e2ndia para Xambio\u00e1. A Bel\u00e9m-Brasilia prossegue pela BR 226, para Estreito (MA). S\u00f3 que o trevo que faz essa mudan\u00e7a em Wanderl\u00e2ndia \u00e9 extremamente confuso e termina por induzir os motoristas a irem para Xambio\u00e1, em vez de seguirem para Bel\u00e9m. MUUUITA aten\u00e7\u00e3o ali: \u00e9 preciso entrar na rotat\u00f3ria e seguir reto, nada de convers\u00e3o \u00e0 esquerda Ap\u00f3s rodar 110 km, desde Aragua\u00edna, saiu do Tocantins e entrou no Maranh\u00e3o. Nesse in\u00edcio do Maranh\u00e3o, \u201caparentemente poucos t\u00eam habilita\u00e7\u00e3o, poucos usam capacete, poucos d\u00e3o seta\u201d. Parece um caos\u201d.<\/strong><\/span><\/p>\n

Pernoite em Porto Franco, Hotel Saint Louis, bom confort\u00e1vel, restaurante ao lado do hotel e bem perto da rodovia. A jornada, de uma maneira geral foi boa, Apesar da falta de sinaliza\u00e7\u00e3o, mas s\u00e3o enormes retas em terreno plano que permitem ao motorista ver, de longe, se h\u00e1 acidente para acontecer e envolv\u00ea-lo, permitindo-lhe \u201ctomar uma atitude defensiva. Reclama barbaridades do calor, n\u00e3o mandou fotos desse trecho e foi dormir. Saiu \u00e0s 8h44min do domingo, em dire\u00e7\u00e3o a Barreirinhas (MA), entrada dos Len\u00e7\u00f3is Maranhenses.<\/strong><\/span><\/p>\n

J\u00e1 na sa\u00edda, problemas na sinaliza\u00e7\u00e3o: as placas que conduzem \u00e0 BR 226 (Porto Franco-Presidente Dutra) s\u00e3o muito discretas, induzindo o motorista a continuar seguindo pela Bel\u00e9m-Bras\u00edlia, com destino a Imperatriz. Pegou a sa\u00edda errada e s\u00f3 foi perceber o erro 3 km depois. Retorno e retomada da BR correta, passa pelos limites da Reserva Ind\u00edgena Krikati, pela entrada para S\u00edtio Novo, parando para abastecer em Graja\u00fa, duas horas e 140 km depois da partida de Porto Franco. <\/strong><\/span><\/p>\n

Ao meio-dia, abastecimento em Barra do Corda. Para chegar l\u00e1, tangenciou a Reserva Ind\u00edgena de Bacurizinho e atravessou, pelo centro, a Reserva Ind\u00edgena Canabrava\/Guajajara. A foto abaixo ilustra a condi\u00e7\u00e3o geral da estrada, desde Porto Franco at\u00e9 Barra do Corda. Fica vis\u00edvel que o asfalto \u00e9 bom, mas sinaliza\u00e7\u00e3o e acostamento a tornam perigosa para viagens noturnas, especialmente de moto:<\/strong><\/span><\/p>\n

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Ap\u00f3s 96 km, abastece em Presidente Dutra, pega a BR 135 e dispara, sem not\u00edcias, GPS descarregado e sem sinal de celular, para Bacabeira, onde entra \u00e0 direita, pega a MA 402. Nessa ele comenta que, aparentemente, Barreirinha vai ficar s\u00f3 para ele, porque todo mundo est\u00e1 viajando em sentido contr\u00e1rio:<\/strong><\/span><\/p>\n

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Exausto, depois de rodar cerca de 950 km de moto durante todo o dia, o D\u00eanis finalmente chega \u00e0 Pousada D\u2019Areia, em Barreirinhas (MA), antessala dos fant\u00e1sticos Len\u00e7\u00f3is Maranhenses! Resumo dele: \u201c A MA 402, que leva de Bacabeira a Barreirinhas \u00e9 uma rodovia boa, mas praticamente n\u00e3o tem trechos que permitam ultrapassagem\u201d. Para quem est\u00e1 no fim da viagem e tem de apenas acompanhar o fluxo, \u00e9 extremamente cansativo. O cansa\u00e7o foi de tal ordem que, ap\u00f3s rodar mais de 2.200 km em tr\u00eas dias sob um calor absurdo, a 100 metros da pousada onde ficaria, ao atravessar a duna que a antecede, quase deixou a moto cair. Quando viu o pessoal correr para ajud\u00e1-lo (Segura a\u00ed, segura o cara!), \u201cEu me agarrei ao meu \u00faltimo fiapo de energia e dignidade e me recusei a cair na porta da pousada\u201d. E conseguiu evitar a queda e fazer o check-in na Pousada d’Areia:<\/strong><\/span><\/p>\n

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Aparentemente por causa do cansa\u00e7o, ele se apaixonou pela orla do rio Pregui\u00e7as, que banha Barreirinhas:<\/strong><\/span><\/p>\n

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No dia seguinte, comprou o passeio de van para Atins e foi conhecer os Len\u00e7\u00f3is Maranhenses:<\/strong><\/span><\/p>\n

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Voltou encantado e caiu matando na gastronomia de Barreirinhas, onde ficou por tr\u00eas dias.<\/strong><\/span><\/p>\n

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Ao final, varou para Parna\u00edba via Paulino Neves (40 km de estrada de terra \u201cadministr\u00e1vel\u201d) at\u00e9 Tut\u00f3ia, onde retomou o asfalto, com obras e siga-pare at\u00e9 Parna\u00edba. <\/strong><\/span><\/p>\n

Eu gostei muito dessa foto que o D\u00eanis nos enviou, da divisa entre o Maranh\u00e3o e o Piau\u00ed. Primeiro, pelo claro orgulho de ir t\u00e3o longe no interior do Brasil, com uma moto simples e sozinho. Segundo, por conta daquela lua, no c\u00e9u azul e sem nuvens do sert\u00e3o nordestino, que se intrometeu na foto, como papagaio de pirata do D\u00eanis:<\/strong><\/span><\/p>\n

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Entre Paulino Neves e Tut\u00f3ia, encontrou um lugar chamado Pequenos Len\u00e7\u00f3is Maranhenses. N\u00e3o resistiu e investiu algumas horas l\u00e1 em banhos de lagoas e petiscos:<\/strong><\/span><\/p>\n

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Chegou a Parna\u00edba sem problemas e a Lu\u00eds Correia, sem queixas, exceto a sinaliza\u00e7\u00e3o deficiente ou inexistente:<\/strong><\/span><\/p>\n

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Lu\u00eds Correia \u00e9 assim:<\/strong><\/span><\/p>\n

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De Lu\u00eds Correia, D\u00eanis foi para Jericoacoara, no Cear\u00e1, As estradas continuam com a mesma avalia\u00e7\u00e3o: sem buracos, mas sem sinaliza\u00e7\u00e3o ou sinaliza\u00e7\u00e3o deficientes, impr\u00f3prias para viagens noturnas, principalmente por causa dos animais soltos nas pistas. A rota sai de Lu\u00eds Correia e cerca de 60 km, passa pelos acessos a Barra Grande e Cajueiro da Praia, que s\u00e3o para\u00edsos litor\u00e2neos parecidos com Morro de S\u00e3o Paulo.<\/strong><\/span><\/p>\n

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70 Km depois, em Granja, j\u00e1 no Cear\u00e1, pega-se a esquerda para uma estrada maravilhosa, irrepreens\u00edvel segundo ele, e chega-se \u00e0 cidade de Jijoca de Jericoacoara.<\/strong><\/span><\/p>\n

Dessa cidade, ele foi para Jericoacoara. Mas a experi\u00eancia foi p\u00e9ssima e ele estava de MOTO. Atravessou dunas e areais que n\u00e3o recomenda para ningu\u00e9m. Sua indica\u00e7\u00e3o \u00e9 deixar o seu ve\u00edculo em Jijoca (estacionamento a R$ 10,00 por dia) e pegar um transfer \u2013 que nomalmente \u00e9 uma van ou um caminh\u00e3ozinho 4 x 4 -, que te deixa na praia de Jeri por um pre\u00e7o que varia entre R$ 25,00 e R$ 50,00. A estrada de Lu\u00eds Correia para Jericoacoara come\u00e7a assim: <\/strong><\/span><\/p>\n

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Na reta final, melhora sensivelmente. Ficou 3 dias em Jericoacoara \u2013 que dispensa coment\u00e1rios. Mas ap\u00f3s o terceiro dia, ele descobriu uma filial do c\u00e9u, um lugar chamado Lagoa Para\u00edso que \u00e9 assim:<\/strong><\/span><\/p>\n

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Ficou hospedado no Camping do Ti\u00e3o, que aluga chal\u00e9s e tem um servi\u00e7o e uma comida maravilhosa e\u2026barata! Eis um prato individual, com 28 camar\u00f5es e acompanhamentos, que custa R$ 22,00:<\/strong><\/span><\/p>\n

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Acabou a temporada litoral norte do Nordeste. Agora, \u00e9 come\u00e7ar a voltar para casa. O plano era dar uma passada em Petrolina, na volta para Bras\u00edlia. A opini\u00e3o p\u00fablica local disse que n\u00e3o valia a pena. Tocou direto para casa, passou por Sobral e pernoitou em Crate\u00fas. \u00a0<\/strong><\/span><\/p>\n

No dia seguinte, desceu para Tau\u00e1, Picos, com pernoite em Floriano. O trecho de Crate\u00fas para Picos est\u00e1 muito ruim. Veja a situa\u00e7\u00e3o entre Tau\u00e1 e a divisa com Picos:\u00a0<\/strong><\/span><\/p>\n

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E o calor \u00e9 algo simplesmente aterrador. Acabou tendo de parar numa UPA-Unidade de Pronto Atendimento para obter soro, porque j\u00e1 sentia os efeitos da desidrata\u00e7\u00e3o. Pernoite em Floriano (PI), com elogios \u00e0 cidade, ao pre\u00e7o honesto da comida e da cerveja. No dia seguinte, desceu para pernoitar em Corrente, a 623 km de Floriano. Mas o calor o traiu. Eu havia pedido para ele dar um r\u00e1pido giro em Cristiano Castro, 40 km antes de Bom Jesus, porque um \u201csputnik\u201d nos havia informado de uma esp\u00e9cie de est\u00e2ncia de \u00e1guas minerais jorrantes naquela cidadezinha. Ele chegou a Cristiano Castro para um \u201cgiro\u201d, mas a desidrata\u00e7\u00e3o, o calor e o cansa\u00e7o e o charme do lugar fizeram-no mudar de ideia. Pernoitou l\u00e1, curtindo ao m\u00e1ximo as piscinas. Algumas fotos de Cristiano Castro:<\/strong><\/span><\/p>\n

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No dia seguinte, rodou 680 km para passar por Barreiras e Lu\u00eds Eduardo Magalh\u00e3es e pernoitar em Roda Velha, para rever o Fael, um velho amigo e um motociclista de verdade. <\/strong><\/span><\/p>\n

Por volta das 14 horas, estava entrando no port\u00e3o da ro\u00e7a, onde o est\u00e1vamos esperando com o colo da m\u00e3e, o amor do pai e do irm\u00e3o, o carinho da cunhada e a festa de recep\u00e7\u00e3o dos nossos 11 c\u00e3es, aos quais se juntaram o Bud (pug), o Fred (chiuhuahua) e o Azzaro (Shitzu), que s\u00e3o dele, mas ficaram aqui conosco quando ele partiu. Pura festa. Bom demais!<\/strong><\/span><\/p>\n

Edimar Rodrigues de Abreu, com revis\u00e3o de meu filho D\u00eanis Silva de Abreu \u2013 29.10.2018<\/strong><\/span><\/p>\n

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