define('DISALLOW_FILE_EDIT', true); define('DISALLOW_FILE_MODS', true);{"id":211,"date":"2012-02-14T09:17:15","date_gmt":"2012-02-14T11:17:15","guid":{"rendered":"https:\/\/www.expressaodaliberdade.com.br\/?p=211"},"modified":"2019-12-03T21:56:51","modified_gmt":"2019-12-04T00:56:51","slug":"sitios-e-solucoes-caes-de-guarda-no-sitio","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.expressaodaliberdade.com.br\/?p=211","title":{"rendered":"S\u00cdTIOS E SOLU\u00c7\u00d5ES: C\u00e3es de guarda no s\u00edtio"},"content":{"rendered":"

\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a014.02.2016<\/span><\/strong><\/p>\n

SUAS FERAS DO LADO DE DENTRO DA CERCA DE ARAME FARPADO<\/strong><\/span><\/p>\n

(O espa\u00e7o para coment\u00e1rios a esta mat\u00e9ria encontra-se ao final dela, ap\u00f3s o \u00faltimo dos coment\u00e1rios).<\/em><\/strong><\/span><\/p>\n

Iniciamos a guerra contra a viol\u00eancia e a inseguran\u00e7a em 1998, ap\u00f3s a invas\u00e3o e furto em nossa casa sede, imediatamente ap\u00f3s a obra de constru\u00e7\u00e3o da churrasqueira. At\u00e9 hoje estamos seguros de que um dos profissionais respons\u00e1veis pela obra executou ou coordenou a invas\u00e3o. Ainda est\u00e1vamos na ativa e s\u00f3 v\u00ednhamos \u00e0 ro\u00e7a nos fins de semana.<\/strong><\/span><\/p>\n

A partir daquele incidente, decidimos n\u00e3o nos deixar apanhar desprevenidos. Ampliamos a utiliza\u00e7\u00e3o da energia alternativa via pain\u00e9is solares (fotovoltaicos), instalamos sistema triplo de alarme, conseguimos fazer funcionar celular e modem (aqui n\u00e3o h\u00e1 sinal de nenhuma operadora), montamos circuito fechado com c\u00e2maras controlando toda a propriedade, cujas imagens est\u00e3o dispon\u00edveis na internet (\u00e9 muito divertido estar em Florian\u00f3polis e, ao \u00a0ver sua secret\u00e1ria lavando a varanda, ligar e pedir para ela n\u00e3o molhar o S\u00e3o Francisco de Assis em cedro que trouxemos da Praia do Forte).<\/strong><\/span><\/p>\n

Adotamos tamb\u00e9m regras r\u00edgidas de seguran\u00e7a: ningu\u00e9m entra na nossa casa para prestar servi\u00e7o. N\u00f3s fazemos tudo. Quando n\u00e3o der, trazemos os caras e explicamos (\u201cOlhe, meu filho, aquela c\u00e2mara ali no port\u00e3o j\u00e1 fotografou voc\u00ea e j\u00e1 mandou para o meu provedor na internet\u201d).<\/strong><\/span><\/p>\n

A principal medida foram os c\u00e3es. Quando fomos roubados, t\u00ednhamos um casal de c\u00e3es \u2013 pointer ingl\u00eas \u2013 que s\u00e3o c\u00e3es de ca\u00e7a e n\u00e3o de guarda. Al\u00e9m disso, ambos se encontravam presos no canil, ele doente e ela rec\u00e9m-parida. Decidimos que n\u00e3o seriam dois, mas muitos, v\u00e1rios, uma matilha. \u00a0Neste preciso momento em que escrevemos esse texto, a popula\u00e7\u00e3o canina da Ch\u00e1cara Macurani, nossa ro\u00e7a, \u00e9 de exatamente 17 c\u00e3es. Resultado: h\u00e1 doze anos que ningu\u00e9m, absolutamente nenhum ladr\u00e3o, se aventura por esses seis hectares de paz.<\/strong><\/span><\/p>\n

E ai vem o drama: como conter esse mundo de c\u00e3es dentro da propriedade? Todos foram filhotes criados dentro de nossa banheira e dormindo conosco at\u00e9 90 dias. Uns s\u00e3o pequenos e extremamente atentos e vigilantes, outros nove, de porte m\u00e9dio \u2013 todos negros \u2013 adoram se locomover no escuro sem serem vistos. Alguns \u00a0s\u00e3o gigantes, de mais de 70 quilos, capazes de derrubar um homem com uma simples trombada.<\/strong><\/span><\/p>\n

Pela estrada em frente \u00e0 ro\u00e7a, al\u00e9m de pessoas de bem e ladr\u00f5es mapeando a \u00e1rea, passam crian\u00e7as e adolescentes em busca da escola rural que atende toda a regi\u00e3o, o que nos trouxe a preocupa\u00e7\u00e3o de impedirmos a sa\u00edda da matilha para essa estrada. Aumentamos o n\u00famero de fios da cerca de arame farpado de 6 para 8 \u00a0e depois para 10 e, enfim para 12.<\/strong><\/span><\/p>\n

N\u00e3o adiantou, porque as crian\u00e7as passam normalmente provocando os c\u00e3es, gritando e jogando pedras. Tivemos de mant\u00ea-los presos durante o dia e solt\u00e1-los apenas \u00e0 noite.<\/strong><\/span><\/p>\n

Ocorre que um vizinho criava aves ornamentais. Sabe essas coisinhas assim, tipo Marrecos de Pequim, Pav\u00f5es Reais, Fais\u00f5es e por a\u00ed vai? Pois \u00e9. Uma madrugada, minha matilha pulou a cerca de 12 fios de arame farpado e destruiu todos os seres vivos que estavam no viveiro do vizinho. De quanto foi o preju\u00edzo? US$ 1200,00, claro!<\/strong><\/span><\/p>\n

Colocamos tela de galinheiro em todo o per\u00edmetro. Bobagem: algumas ra\u00e7as de c\u00e3es s\u00e3o especialistas em mastigar e reduzir a p\u00f3 aqueles n\u00f3s da tela de galinheiro.<\/strong><\/span><\/p>\n

Chegamos com artilharia pesada: tela de porco, tela de mangueir\u00e3o, fio 16. Baixa demais (um metro de altura). Fuga da matilha, terror na vizinhan\u00e7a e novo ataque ao recomposto plantel de aves ex\u00f3ticas do vizinho. Como as aves substitutas n\u00e3o estavam ainda adultas, o preju\u00edzo foi menor: US$ 1.000,00.<\/strong><\/span><\/p>\n

Mais uma tela de porco, elevando a altura para 2 metros (isso sem tirar a tela de galinheiro, de 1,80m de altura).<\/strong><\/span><\/p>\n

A\u00ed, o ataque pela retaguarda: nossas tr\u00eas vacas Jersey, P.O (puras de origem), registradas, pariram ao mesmo tempo. E a matilha caiu matando em cima das crias. N\u00e3o sobrou uma s\u00f3.<\/strong><\/span><\/p>\n

E tome as galinhas caipiras presas no galinheiro, alimentadas a p\u00e3o-de-l\u00f3, quando poderiam ser soltas para pastar e comer os bichinhos que habitam o bioma.<\/strong><\/span><\/p>\n

Novo ataque \u00e0s aves ex\u00f3ticas, no valor de US$ 500,00.<\/strong><\/span><\/p>\n

E agora?<\/strong><\/span><\/p>\n

Decidimos chamar o veterin\u00e1rio e pagar para sacrificar 13 deles, deixando apenas 4, que passariam a ficar presos em correntes.<\/strong><\/span><\/p>\n

Meu filho mais novo revolta-se com a possibilidade da carnificina. Prop\u00f5e doarmos nossos 13 c\u00e3es adultos, teoricamente assassinos acostumados a sangue, para os quais as chances de ado\u00e7\u00e3o s\u00e3o as mesmas de um adolescente infrator negro de 15 anos.<\/strong><\/span><\/p>\n

Talvez, em termos de \u201cS\u00edtios e Solu\u00e7\u00f5es\u201d, tenha sido o maior desafio que tenhamos enfrentado: nossa seguran\u00e7a x seguran\u00e7a dos passantes x sobreviv\u00eancia dos c\u00e3es.\u00a0 E RESOLVEMOS!<\/strong><\/span><\/p>\n

Meu filho mais novo esbravejando que seria um absurdo, minha esposa absolutamente consternada pela falta de solu\u00e7\u00f5es, o veterin\u00e1rio ao alcance de uma chamada\u00a0 telef\u00f4nica, os estudantes passando pela frente da ro\u00e7a em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 escola gritando e jogando pedras, o vizinho desistindo de criar aves ex\u00f3ticas. Foi nesse quadro de ang\u00fastia que meu filho mais novo prop\u00f4s uma solu\u00e7\u00e3o: \u00a0conten\u00e7\u00e3o eletr\u00f4nica.<\/strong><\/span><\/p>\n

Meu filho mais velho adorou a id\u00e9ia e voltou, uma semana depois, com uma caixinha quadrada de aproximadamente\u00a0 10 cent\u00edmetros de lado, \u00a0algumas coleiras vermelhas, que continham um pequeno cubo preto e uma pergunta: \u201cQual o per\u00edmetro da ro\u00e7a?\u201d. Resposta: \u201cExatamente mil metros, filho\u201d. \u2013\u201cEnt\u00e3o precisamos de 1.000 metros de fio.\u201d<\/strong><\/span><\/p>\n

Providenciamos. O sistema \u00e9 mais ou menos assim: a caixinha de 10 cm x 10 cm \u00e9 ligada na energia, atrav\u00e9s de uma fonte de 12 volts CA (corrente alternada e n\u00e3o cont\u00ednua!). De um lado da caixinha, sai o in\u00edcio do fio que d\u00e1 a volta a toda a propriedade, acompanhando a cerca f\u00edsica, e retorna para um contato do outro lado da caixinha.<\/strong><\/span><\/p>\n

Os c\u00e3es mais complicados passaram a usar aquela coleirinha vermelha com o cubo preto. E a\u00ed acontece a m\u00e1gica: quando eles se aproximam da cerca, a \u00a0dois metros dela come\u00e7am a ouvir um som, que vai aumentando at\u00e9 perturbar seus sens\u00edveis ouvidos. Se insistem, a partir de 1,5 metros da cerca come\u00e7am a receber choques el\u00e9tricos, de intensidade crescente, at\u00e9 o insuport\u00e1vel, que ocorre a aproximadamente 40 cm da cerca (ou seja, do tal fio que vem da caixinha de 10 x 10).<\/strong><\/span><\/p>\n

O equipamento vem com algumas dezenas de bandeirinhas brancas, que a gente coloca a 2 metros da cerca, a intervalos de 10 ou 15 metros. Como os c\u00e3es associam as bandeirinhas ao som crescente e aos choques, rapidamente aprendem que n\u00e3o devem ultrapassar o limite das bandeirinhas e se mant\u00eam a uma dist\u00e2ncia razo\u00e1vel da cerca, mesmo que passem outros c\u00e3es, estudantes provocadores ou ladr\u00f5es explorando a \u00e1rea.<\/strong><\/span><\/p>\n

O sistema permite tamb\u00e9m fazerem-se deriva\u00e7\u00f5es. O que \u00e9 isso? Por exemplo, voc\u00ea tem um galinheiro no centro do terreno e quer proteg\u00ea-lo? \u00c9 poss\u00edvel levar o fio da cerca at\u00e9 l\u00e1 e cercar o galinheiro, de tal modo que, no caminho o fio n\u00e3o funcione, o que permite aos c\u00e3es andarem por todo o s\u00edtio, mas n\u00e3o entrarem no galinheiro.<\/strong><\/span><\/p>\n

Nossa casa sede \u00e9 avarandada e ali recebemos nossas visitas. Anteriormente, duas op\u00e7\u00f5es: ou prend\u00edamos os cachorros no canil, desprotegendo a ro\u00e7a, ou, se as visitas eram pessoas da fam\u00edlia, t\u00ednhamos de dividir o espa\u00e7o da varanda e o churrasco com aquela matilha enorme. ACABOU!<\/strong><\/span><\/p>\n

Assim como fizemos com o galinheiro e com o pastinho onde ficam os bezerros, isolamos a \u00e1rea da varanda perto da churrasqueira. \u00c9 claro que eles ficam l\u00e1 longe babando e sonhando com as costeletas e picanhas, mas tudo ficou mais racional e confort\u00e1vel.<\/strong><\/span><\/p>\n

Quando vou dar minha volta di\u00e1ria na ro\u00e7a, cerca de oito ou dez deles eles sempre me acompanham. Os demais se dividem na vigil\u00e2ncia da estrada, da casa principal e da casa do caseiro.<\/strong><\/span><\/p>\n

Olhando para eles, saltitando aos montes sobre minhas cal\u00e7as limpas, \u00a0sinto que eles me dizem:\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 -\u201cP\u00f4, Pai, a\u00ed, com tanta tecnologia dispon\u00edvel para resolver o problema, voc\u00ea s\u00f3 pensou em passar o cerol ni n\u00f3is, a\u00ed. Inje\u00e7\u00e3o letal? Qual \u00e9? Seja mais criativo da pr\u00f3xima vez!\u201d.<\/strong><\/span><\/p>\n

(Edimar Rodrigues de Abreu \u2013 14.02.2012)<\/strong><\/span><\/p>\n

UMA LUZ NO FIM DO MATO<\/strong><\/span><\/p>\n

Pois \u00e9: ficamos quase oito meses lutando contra os hackers que tomaram conta do programa em que o nosso blog roda. Foram semanas e semanas de uma luta surda \u2013 e cega, pois a gente n\u00e3o sabe contra quem est\u00e1 lutando.\u00a0<\/strong><\/span><\/p>\n

Os caras t\u00eam um prazer infantil de impedir o funcionamento do trabalho das outras pessoas. Se f\u00f4ssemos um blog com objetivo comercial, pol\u00edtico, ideol\u00f3gico, religioso, est\u00e9tico, filos\u00f3fico ou carnavalesco seria at\u00e9 compreens\u00edvel.\u00a0<\/strong><\/span><\/p>\n

Mas n\u00e3o somos nada disso. Apenas temos uma satisfa\u00e7\u00e3o relevante \u00a0em poder ajudar alguns brasileiros que gostam de coisas de que n\u00f3s tamb\u00e9m gostamos. Assim, este blog comenta livros (\u201cVale a Pena Ler\u201d), discute experi\u00eancias no s\u00edtio (\u201cSitios e Solu\u00e7\u00f5es\u201d), relata e difunde nossas experi\u00eancias atuais e passadas com o estado de conserva\u00e7\u00e3o das diversas estradas brasileiras que percorremos anualmente (\u201cRodovias Brasileiras\u201d), entre outros temas.\u00a0<\/strong><\/span><\/p>\n

E mesmo assim, os caras tem o maior carinho em produzir virus e\u00a0malwares <\/em>para\u00a0impedir o funcionamento do blog, seja bloqueando nossa capacidade de edit\u00e1-lo e responder aos coment\u00e1rios, seja impedindo o acesso de companheiros que nos procuram em busca de solu\u00e7\u00f5es.<\/strong><\/span><\/p>\n

\u00a0 \u00a0Mas vamos deixar de choramingas: conseguimos uma pequena janela para trabalhar e n\u00e3o vamos perder tempo. Vamos colocar as m\u00e3os \u00e0 obra de novo!<\/strong><\/span><\/p>\n

\u00a0 \u00a0Um forte abra\u00e7o.<\/strong><\/span><\/p>\n

\u00a0 \u00a0 Edimar Rodrigues de Abreu \u2013 26.05.2012<\/span><\/strong><\/p>\n

\u00a0<\/strong><\/p>\n

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