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Oi Abreu, espero te encontrar bem e com saúde. Suas dicas sai maravilhosas e sempre dou um pulo por aqui quando vou pra Salvador. Queria saber sua dica pra quem ta saindo de Anapolis, no Goias, pretendo ir em dezembro agora. Ja fiz a rota saindo de Brasilia mas agora estou no Goias. Pode por favor me orientar?
Outra coisa, tem visto a estrada como esta? Tá tudo tranquilo ainda?
Grande abraço e muito obrigada por tanto nos ajudar
Só um complemento: de Bom Jesus da Lapa “subi” para Ibotirama e de lá, Itaberaba, Ipirá e Feira de Santana.
]]>Boa noite, Abreu e amigos do blog. Fiz agora em janeiro a rota de Brasília até Maceió. Pela primeira vez, depois de muitos anos, resolvi fazer uma mudança e ir pela rota por Bom Jesus da Lapa. Comparando à rota por Barreiras, a estrada, como já mencionado, a partir de Correntina, é estreita, sem acostamento e praticamente deserta. A vantagem é que o asfalto está muito bom e não há transito de carretas, o que permite uma viagem tranquila, mantendo-se a velocidade da via por horas. A desvantagem é que havendo uma emergência, fica mais difícil conseguir um socorro. Mas, não me arrependi. O tempo e o estresse poupado com ultrapassagens intermináveis de caminhões fez valer a pena. O trecho de Feira até Estância continua insuportável, dado o grande fluxo de caminhões carregados e as intermináveis obras de duplicação, que em alguns trechos, segue em pare/siga. Pra quem estiver sem pressa, recomendo, saindo de Feira, estender mais um pouco e pegar a linha verde, pelo litoral. De Estância para “cima” estradas muito boas com duplicação em quase 100%.
Grande abraço a todos e espero ter ajudado.
Saudações a todos, sobretudo ao nobre Abreu. Acabei de voltar da viagem de carro, ida e volta, para Salvador. Seguem informações atualizadas. Desta vez, fiz a rota recomendada pelo blog, ou seja, Brasília – Luís Eduardo Magalhães – Barreiras – Ibotirama – Seabra – Itaberaba – Ipirá – Feira de Santana – Salvador. Fui e voltei pela mesma rota. No geral, a pista está EXCELENTE, com destaque para o fato de ter acostamento em praticamente todo esse trajeto, o que trás muito mais segurança, com asfalto irregular apenas nos arredores de Seabra / Itaberaba, porém, sem buracos importantes, portanto, nada que comprometa a segurança ou integridade dos pneus. Fiz os trechos mais longos (Brasília a Seabra no primeiro dia da ida e Salvador a Luís Eduardo no primeiro dia da volta) aos domingos e não tive incômodos com o fluxo elevado de carretas (não sei se pelo fato de ter rodado no domingo). Até o famoso trecho da subida perto do Morro do Pai Inácio, de aproximadamente 3km, estava com trânsito leve. Como parâmetro de rodagem (com velocidade entre 120 a 140 km/h, com raros picos de 160 km/h em trechos livres), saí de Brasília 03h30 da madrugada e cheguei em Seabra por volta das 15h. Na volta, saí de Salvador às 04h45 e cheguei em Barreiras pra almoço às 14h. Para fins de comparação, no início de 2022, eu fiz a rota “por baixo”, ou seja, por Correntina – Santa Maria da Vitória – Bom Jesus da Lapa – Caetité – Brumado – Maracás – Contendas do Sicorá – Feira de Santana, achando tal rota muito deserta, sem acostamento, e com o terrível trecho de Maracás – Contendas do Sicorá, com muitos buracos, além de ser uma região muito remota. Por ter feito as duas rotas recentemente, recomendo, em muito, a rota indicada pelo Abreu. Desejo um feliz ano 2025 e viagens seguras a todos.
]]>Se possível, opine também sobre os pernoites de retorno (NAT – BSB).
]]>Comandante, Abreu!
Já tem um tempo que não passo por aqui. Espero que esteja bem, o Senhor e sua Família!
Gostaria de saber se há atualização de trajeto para uma viagem de BRASÍLIA a NATAL (RN).
Meus pais devem estar seguindo pra lá, no próximo mês, querem ir de carro, e gostaria de orientá-los sobre o trajeto mais seguro e confortável!
Grande abraço!
Oi Gente, sempre que posso busco e forneço informações aqui… acho esse blog espetacular!
Oi gente… informações atualizadas
Acabei de viajar pra Guarajuba saindo de Brasília. Saímos 5h da manhã de Planaltina e chegamos em Itaberaba 20h. Estávamos em 3 carros, com crianças por isso a viagem atrasou em 1h (chegada em Itaberaba)
A estrada está muito boa.
De Brasília ao Posto Rosário pista excelente como sempre.
Em Correntina a pista foi recapeada… está lisinha.
Passamos por Santa Maria da Vitória rumo ao Javi, pista normal.
Pegamos a BR 242 até Itaberaba (melhor pista nos últimos 5 anos), sem buracos…
Ipira até Feira de Santana pista normal (estrada privatizada)
De Feira até Guarajuba pista com alguns (contei 3) buracos, mas nada que não enxergamos de longe.
Resumo: ótima opção pela BR 242
Ora viva e reviva, velho e querido companheiro de viagens! No dia 09.06.2024 fez 10 anos que você entrou em nosso blog pela primeira vez. Eu havia ido, numa missão rápida, a Paris e fiquei sem acesso ao nosso blog. Nesse meio tempo, apareceu por aqui pela primeira vez o CARLITO, buscando informações sobre a viagem que estava planejando de Brasília para Valença via Barreiras. Você não teve dúvidas: como um integrante da redação do blog, entrou respondendo, deu uma aula para ele – que seguiu suas orientações e fez a viagem com sucesso. Quando voltei, vi o que você havia feito, adorei e agradeci a você. DEZ ANOS ATRÁS!!! Você ainda tinha paciência de se apresentar como Elierkson! Ficamos deveras felizes por aqui por tê-lo de novo por aqui, Elier. Quanto à sua programada aventura, pouco poderemos ajudá-lo, porque todas as nossas viagens rodoviárias pelo Brasil se deram da Belém-Brasília para leste, ou seja, para a costa brasileiras. Então, o trecho até Belém, saindo de Barreiras pela BR 135 está adequada, mas nos parece afastar muito sua rota do objetivo pretendido. Imaginamos que sair de Barreiras para Luís Eduardo e, de lá para Natividade e Palmas, de onde você acessaria a Belém-Brasília seria mais razoável, para quem demanda Belém. A partir daí, Elier, não temos orientações seguras a dar para você. As rodovias da Amazônia profunda são desafios para veículos especiais e motoristas mais especiais ainda. Trabalhei na região há muitos anos, em Parintins(AM), onde me casei com uma moça indígena – éramos ambos funcionários do BB – e essa mesma moça, 49 anos depois, está ali me perguntando se não vou ver o jornal Nacional. Naquela época, só conseguíamos sair da região de barco ou avião – não havia estradas, o que continua a inexistir até hoje. Como um cego não pode guiar outro, Elier, espero que você nos perdoe por deixá-lo sozinho no meio do nada! Mas é uma questão de sinceridade. Torcemos muito para que você encontre um assessoramento seguro para dar forma a esse projeto, mas, torcemos muito mais para que você mude de ideia!! Foi um prazer tê-lo de volta, Elier, e estamos à sua disposição para ajudá-lo no que nos for possível.
Um grande abraço.
Abreu