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Se possível, opine também sobre os pernoites de retorno (NAT – BSB).
]]>Comandante, Abreu!
Já tem um tempo que não passo por aqui. Espero que esteja bem, o Senhor e sua Família!
Gostaria de saber se há atualização de trajeto para uma viagem de BRASÍLIA a NATAL (RN).
Meus pais devem estar seguindo pra lá, no próximo mês, querem ir de carro, e gostaria de orientá-los sobre o trajeto mais seguro e confortável!
Grande abraço!
Abreu, boa tarde!
A nossa viagem se aproxima e com a leitura e a sua pronta resposta vamos seguir pela rota por Barreiras, com o planejamento de pernoite em Ibotirama/BA. Você tem indicação de um hotel para a pernoite nesta cidade?
A rota escolhida é a melhor para o período, ou temos alguma novidade?
Tem mais algum conselho para esses viajantes que vão conhecer a linda Guarajuba/BA?
Que Deus abençoe vocês!
]]>Olá, Deise. Bem-vinda ao nosso blog. A melhor alternativa para vocês, Deise, é a rota por Barreiras. O mês de julho é meio do caminho entre o final da safra passada e o início do plantio da safra seguinte naquele polo de produção agrícola. Assim, o tráfego de caminhões é bem menor. E mesmo em tempos de maior movimento, nós sempre escolhemos seguir por essa rota, porque as estradas são planas, com ampla visibilidade tanto lateral quanto ao longo da pista, viabilizando ultrapassagens simples e seguras. A única condição crítica que registramos é o pernoite ANTES da subida da Chapada Diamantina, pelas razões que você já captou em outros pontos deste blog, ou seja, naqueles 60 quilômetros entre Seabra e Lençóis, ao final do dia e início da noite, há um grande congresso de caminhões ronronando a 10 km por hora, para-choque dianteiro colado em para-choque traseiro, sem condições de ultrapassagem na estrada mal sinalizada e sem iluminação, à beira de alguns abismos notáveis. Assim, as famílias devem ter juízo e se organizarem para chegarem a Ibotirama ou Seabra no final da tarde para pernoite. Como vocês sairão de Goiânia, a tentação de subir a Chapada é menor, porque vocês chegarão ao pé dela ao anoitecer e com certeza enxergarão o perigo da subida. Dormindo em Barreiras, Ibotirama ou Seabra vocês chegarão tranquilamente no dia seguinte, no começo da tarde, àquele paraíso chamado Guarajuba (que ainda não foi privatizado!). Se restarem dúvidas, Deise, retorne: será um prazer ajudá-los a ir e voltar em segurança. E não deixe de passar por aqui quando a viagem estiver mais próxima: pode haver novidades, ok?
Um abraço.
Abreu
Olá, Beto. Bem-vindos de volta. Que delícia de relato (apesar dos percalços). Você percorreu um traçado pouco comum, ou seja, explorou alternativas que podem ser válidas para outras famílias viajantes que por aqui passam. Trata-se de uma experiência extremamente válida, até porque a maior parte prefere passar por rotas consolidadas e conhecidas. E é com os pioneiros como nós e vocês que pouco a pouco esses trechos se tornam conhecidos. Quanto ao acidente em Posse, Beto, e sua necessidade de viajar à noite, foi uma intercorrência a que qualquer viajante está submetido. Nós já tivemos a oportunidade de estarmos em Seabra, no pé da Chapada Diamantina, por volta das 17h e chegarmos a Lençóis às 22h30min, depois de 60 km de congestionamento. Ou seja: nós recomendamos que as famílias não planejem viajar à noite. Viagens noturnas incidentais, independente de planejamento, fazem parte da maravilhosa aventura de viajar. Quando isso acontece, o remédio é paciência, cautela e atenção redobrada! Valeu demais o seu relato, Beto. É sempre um prazer ter você e Candy por aqui.
Um abração.
Olá, Abreu! Como vai meu amigo? Espero que esteja tudo bem e com saúde!
Ontem retornei de Alagoas.
Sexta-feira partimos de Barra de São Miguel, resolvemos fazer o caminho da vinda. Coruripe/ Feliz Deserto/Piaçabuçu/Balsa Penedo.
Seguimos pela mesma rota da ida, onde pegamos a nova estrada. Ao sair da balsa seguimos em Neópolis seguimos para Ilha das Flore/Pacatuba/Barra dos Coqueiros/Aracaju. Uma observacao: Tem como pegar a balsa em Piaçabuçu e já sair em Brejo Grande, depois é só seguir reto sentido Pacatuba, no entanto a balsa nem sempre está com a lotação mínima de carros para sair. Mas acredito valer pena conferir pois acredito que adiantaria um percurso de mais ou menos 35km que desembarcando em Neópolis.
Continuamos por baixo, seguindo pela ponte Jorge Amado sentido litoral sul de Sergipe. Esse caminho é interessante pelo menor fluxo de veículos, principalmente os caminhões, no entanto o trajeto é um pouco mais demorado que pela BR 101.
Próximo a praia do Abaís,mesmo tendo a opção de continuar na linha verde seguimos para a BR 101 pois infelizmente nosso tempo não permitia seguir nessa rota linda e de menos movimento.
Ao passar Por Feira de Santana pegamos o anel viário sentido BR 116.
Dormimos em Milagres devido a noite já estar prixima e por ficarmos 45 minutos em um engarrafamento horroroso onde a pista deixa de ser dupla e afunila para virar pista simples. Nunca ficamos tanto tempo nesse trecho e isso atrasou bastante pois nossa intenção era dormir em Maracás.
No sábado saímos de Milagres sentido Maracás, pista demanda atenção com buracos nos primeiros 30 km, mesmo assim consegui desenvolver uma boa velocidade média. Em Maracás a rodovia está ótima, reformada e bem sinalizada, Contendas do Sincorá asfalto remendado já com alguns buracos aparecendo e Sussuarana estava boa mas demanda atenção nos últimos 10 km antes de chegar na rotatória que seguimos para Brumado.
De Brumado em diante asfalto bom, com trechos sendo renovados em Correntina.
Chegamos as 15:30 no posto Rosário. Ao abastecer o frentista nos deu a i formação de que a via estava fechada após Posse devido um acidente entre dois caminhões. Ontem ao chegar em Brasília constatei pelos jornais que este acidente infelizmente levou duas pessoas a óbito, realmente muito triste!
Pegamos um desvio por Posse, Passamos por Iaciara, estrada ruim e levou mais de uma hora esse desvio.
Contornamos o trecho interditado, mas infelizmente devido ao desvio foi necessário percorrer os últimos 180 km á noite, o que não é recomendado mas não tínhamos opção pois estávamos com nossas cadelinhas e não é todo lugar que aceita a hospedagem delas.
Chegamos em Brasília ás 21:00 horas após percorrer mais de 1250km.
Chegamos bem graças a Deus!
Mas confesso, me arrependi de não ter parado em Posse de Goiás ao saber da interdição. Foi muito tenso esse período de condução à noite sendo cegado pelos faróis dos caminhões e demais veículos.
Acredito que nada pode ter valor maior que a nossa vida e de nossos familiares.
Por isso novamente farei das palavras de nosso amigo Abreu as minhas: Não viaje á noite exceto por motivo de força maior que seja realmente inevitável! O preço a ser pago pode ser muito mais caro que algumas horas de “atraso”.
Grande, Abreu! Muito obrigado mais uma vez por esse grande serviço prestado em benefício daqueles que necessitam cortar o País por essas estradas sempre muito traiçoeiras, tenho a certeza que ajudou e ajudará ainda a muitos condutores assim como me ajudou!
Desculpa o longo relato, rs!
Um grande abraço, uma boa semana e ótimas viagens!
Que Deus abençoe!
Olá, Beto. Que belo relatório de viagem que você nos deu. O conjunto de detalhes apresentado forma uma série de alternativas para quem lê e levanta aspectos práticos que interessam a todos os que por aqui passam em busca de uma orientação segura para as viagens da família. Esse roteiro por Maracás é sempre objeto de curiosidade, atenção e interesse dos nossos visitantes, exatamente porque as distâncias são mais curtas. Mas, como você próprio adverte, são necessários muita cautela para fazer uma viagem tranquila e segura passando por ele. Vamos reproduzir o seu texto em outros posts nossos que abordam rotas que podem utilizar aquela alternativa, como é o caso do “Brasília-Salvador de carro” e “Brasília-Morro de São Paulo e Guaibim de carro”. Quanto mais informações, melhor. Nosso carinhoso agradecimento a você pela disposição de dividir com todos nós sua experiência nessa rota.
Um abração.
Abreu